Os samurais em Portugal


No final do ano comemora-se o segundo ano em que Shinzo Abe chegou ao governo japonês e que começou a implementar algumas medidas para estimular o crescimento económico no país do sol nascente. No final de julho o índice de preços ao consumidor atingiu os 3,4%, o que levou o governo nipónico a aumentar o IVA de 5% para 8% o que provocou uma contração do PIB em cerca de 6,8% no segundo trimestre, de forma anualizada.

Depois de vermos fundos estrangeiros domiciliados em Portugal, fomos à procura dos fundos nacionais que investem no Japão e tentar perceber se aproveitaram o Abenomics.

Apenas um investe a 100%

De mais de duas centenas de fundos, apenas um investe a totalidade da sua carteira no Japão. Trata-se do Caixagest Acções Japão, gerido pela Caixagest. Criado em setembro de 1999, o fundo fechou o mês passado com mais de 13,25 milhões de euros em ativos sob gestão e tinha no final de julho uma capitalização bolsista mediana na ordem dos 11.116 milhões de dólares, segundo a Morningstar.

Em termos de rendibilidade, nos últimos dois anos (a 31 de agosto) a valorização atingiu os 4,776%, sendo de 7,433% a três anos. Já na carteira podemos ver empresas como a Yamaha Motor, a Japan Tobacco ou a Itochu nos lugares cimeiros das preferências. A carteira, a 31 de julho, era composta por 37 empresas nipónicas com as dez mais a preencherem quase metade da carteira.

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