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Os fundos PPR com ganhos acima de 5,5% nos últimos cinco anos


Todos os meses, a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios – APFIPP – publica a lista dos fundos geridos por entidades associadas que melhor resultados apresentam ao longo dos últimos cinco anos, tanto nos fundos PPR como nos fundos de pensões abertos.

Analisando os últimos dados publicados, referentes ao final do mês de novembro, vemos que o fundo que lidera a lista é o NB PPR, gerido por Paulo Joaquim da GNB Gestão de Ativos. De acordo com a Associação, a sua rendibilidade anualizada nos últimos cinco anos é de 9,8%, tendo no final de novembro mais de 13,2 milhões de euros. Em termos de maiores ativos em carteira, destaque para os títulos de dívida soberana de países como Alemanha, Itália e Portugal.

Fundos da Optimize na ‘crista da onda’

A lista segue com um trio de produtos que é gerido pela mesma entidade gestora: a Optimize Investment Partners. Com a rendibilidade a rondar os 7,5% surgem dois desses três produtos: o Optimize Capital Reforma PPR Acções e ainda o Optimize Capital Reforma PPR Moderado. Um pouco mais afastado vem o Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado, que nos cinco anos anteriores ao final do mês passado atinge uma rendibilidade média anualizada de 6,6%.

Além destes, a lista dos cinco mais rentáveis é completa com o PPR Platinum, da gestora Futuro, que regista ganhos de 5,5% e tem um património sob gestão de quase dez milhões de euros.

Invest AR PPR lidera de forma destacada

Fora da esfera da APFIPP importa realçar um produto que se destaca ao longo dos últimos cinco anos. Trata-se de um fundo da Invest Gestão de Activos que se denomina de Invest AR PPR. O seu gestor é Paulo Monteiro, e nos últimos cinco anos regista ganhos anualizados na ordem dos 18,96%. No final de novembro os títulos de dívida representavam mais de 70% do portefólio, com as ações a representaram cerca de 25% da carteira. Sobre o mês passado, o gestor do produto refere que “resultados das eleições norte-americanas aumentaram a volatilidade nos mercados de dívida, resultante de uma subida notável da curva de dívida dos Estados Unidos. As yields dos Treasuries a 10 anos subiram 0,75%, passando dos 1,75% para 2,5%, em reação às políticas proteccionistas advogadas durante a campanha pelo novo Presidente, e que podem vir a originar uma subida da inflação".

 

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