Os fundos da MFS Investment Management com selo Funds People


A MFS Investment Management conta atualmente com nove fundos de investimento com selo Funds People. Cinco deles recolhem o selo Blockbuster atribuído pela Funds People, dois têm o selo de  Consistente, enquanto os restantes dois acumulam o selo de Consistente e de Blockbuster.

Detalhes sobre os fundos com classificação Blockbuster Funds People

Os fundos com classificação de Blockbuster, como já referido, são cinco. O maior deles trata-se do MFS Meridian Europe Value, com 5.922 milhões de euros de ativos sob gestão. Os seus  gestores, Benjamín Stone e Pablo de la Mata, usam uma análise fundamental bottom up para procurar empresas de qualidade com uma visão a longo prazo, centrando-se na gestão do risco de queda do mercado. Mantêm uma perspetiva de analise, em vez de fazerem prognósticos, avaliando a qualidade a longo prazo, a sustentabilidade, o potencial de melhoria e o valor intrínseco da empresa. O fundo tem um track record de 14 anos.

Com este selo destaque também para o MFS Emerging Markets Debt, com um património global de 3370 milhões de dólares e gestão a cargo de Matthew Ryan e Ward Brown. A estratégia celebra este ano o seu 20.º aniversário. O fundo investe predominantemente em dívida soberana emitida em dólares de países emergentes, com flexibilidade para investir em crédito e moeda local. Coloca o foco na gestão de risco de queda e procura emissões com um binómio rentabilidade-risco atrativo e com um ratio de informação favorável. 

O MFS European Smaller Companies, por seu turno, é um fundo que investe em pequenas e médias empresas europeias, resultado de uma análise bottom up, com uma visão a longo prazo (3 ou 5 anos). Embora tenha muito em conta as valorizações, a equipa gestora (formada por Peter Fruzzetti) centra-se sobretudo em empresas de qualidade que protegem melhor em contextos de queda do mercado. O fundo foi lançado em 2001 e conta com um património global de 1.126 milhões de euros.

O MFS Meriadian European Research é um fundo gerido por uma equipa de analistas de ações europeias da MFS que, através de uma análise fundamental bottom up, investe em empresas do Espaço Económico Europeu (EEE) com valorizações atrativas e um potencial de crescimento superior à média. Tem uma gestão flexível de forma a adaptar-se a diferentes contextos de mercado. O fundo foi lançado em 2005 e dispõe de 1.805 milhões de euros em ativos sob gestão.

O MFS Meridian Global Total Return conta com um track record de 18 anos e um património global de 2.815 milhões de euros. Trata-se de um fundo misto que investe cerca de 60% em ações globais e aproximadamente 40% em obrigações investment grade. O produto mantém um bias conservador face aos fundos mistos tradicionais da sua categoria. Este conservadorismo evidencia-se na aposta em empresas globais de grande capitalização que oferecem alta qualidade e pelo investimento predominante em dívida  invesment grade. O fundo tenta acrescentar valor através de um enfoque bottom up, e concentra os seus investimentos em empresas de grande capitalização que considere subvalorizadas. No que toca ao campo do fixed income, emprega-se um enfoque top down para a seleção de países e divisas, embora se procure gerar alfa através da seleção de valores bottom up. A equipa à frente da gestão do fundo é composta por Nevin P. Chitkara, Steven R. Gorham, Benjamin Stone, Erik S. Weisman, Richard O. Hawkins, Robert D. Persons, Pilar Gómez-Bravo, Pablo de la Mata, Jonathan W. Sage, Robert Spector, Jed Koenigsberg e Katrina Mead.

Os dois fundos consistentes

O primeiro fundo com marca Consistente a destacar trata-se do MFS Meridian Limited Maturity.  A cargo de James Calmas há 18 anos, o fundo MFS Limited Maturity é gerido com uma abordagem conservadora. Investe em obrigações investment grade de curto prazo, em dólares, selecionadas através de uma processo bottom-up.  A maturidade média dos investimentos em carteira não ultrapassam, regra geral, os cinco anos.

O outro fundo com selo Consistente Funds People trata-se de um fundo de obrigações core plus. A tomada de decisões dentro do MFS Meridian Research Bond tem por base uma abordagem bottom up, vinda da equipa de analistas da MFS, que selecionam as emissões de forma consensual. Os seus gestores, Joshua P. Marston e Robert D. Persons, selecionam entre as empresas com melhor rating interno aquelas que consideram que oferecem maiores oportunidades a nível sectorial ou dentro da curva de taxas, tendo em conta a situação macro e as perspetivas. O fundo tem um track record de 14 anos. Historicamente já investiu até 10% em high yield, 10% em mercados emergentes e cerca de 15% em dívida soberana fora dos EUA. O património global do fundo ascende a 693 milhões de euros.

Os fundos que acumulam dois selos

São dois os produtos que acumulam os selos Consistentes e Blockbuster. O primeiro deles trata-se do MFS Meridian Global Equity, que apresenta um património global de 5.069 milhões de euros. A estratégia foi criada em 1999 e está sob o cuidado da equipa gestora composta por David R. Mannheim, Roger Morley, Ben Kottler, Sanjay Natarajan, Victoria Higley e Chris Sunderland, todos com uma experiência neste tipo de ativo de mais de 20 anos. O fundo segue uma estratégia de “crescimento a um preço razoável” para selecionar títulos de ações de grande capitalização que a MFS considera que têm perspetivas de crescimento e rendimentos superiores à média. O fundo aposta em títulos de qualidade que oferecem crescimentos sustentáveis, diversificação, capacidade de gerar cash flow e proteção face ao risco de queda. A exposição por país e sector está impulsionada pela seleção bottom up, obtendo rendimentos consistentes superando o índice em todos os âmbitos de mercado.

 O MFS Meridian Prudent Wealth foi lançado em março de 2008, mas a estratégia atual continua viva desde janeiro de 2011. Trata-se de um fundo de ações globais com um bias muito defensivo, também classificado como misto agressivo. Com o objetivo de captar pelo menos 70% da revalorização do MSCI World com menos de metade da volatilidade do mesmo, o gestor Barnaby Wiener faz puro stock picking, com um leque de investimento em ações entre 50% e 100%. A parte da liquidez é usada como estabilizador da volatilidade, mas não é gerida ativamente. O gestor pode ter até 50% em liquidez (isto inclui US treasuries a 3 meses) em função da sua perceção de risco de mercado, e agora assume em níveis máximos de liquidez. O beta do fundo costuma ser de 0.4 com uma volatilidade de 5% e uma rentabilidade anualizada de mais de 7% a três anos. O património global ascende a 2.677 milhões de euros.

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