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Os 30 maiores fundos imobiliários


O ano de 2015 tem sido em rota descendente no que toca aos ativos sob gestão dos fundos de investimento imobiliário. Segundo os dados publicados pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios – APFIPP referentes a este segmento, nos primeiros nove meses do ano a queda situa-se em 5,4% para um património de 9.724,9 milhões de euros. Ainda assim, a Associação apenas apresentou uma amostra de 89,46% do mercado, já que nem todas as entidades nacionais se encontram registadas na APFIPP.

Dos mais de 200 fundos analisados pela Associação, aquele que é o maior é o Fundimo. No final de setembro o seu Valor Líquido sob gestão ascendia a 623 milhões de euros. É gerido pela Fundger e é, também, o produto do segmento que existe há mais tempo. Na última década a sua rendibilidade ronda os 2%. É considerado um fundo aberto de rendimento, por parte da APFIPP, já que é um  "constituído por Unidades de Participação em número variável, ou seja, a dimensão da carteira do fundo varia de acordo com o número de participantes e investimento realizado por cada um”. Além disto, distribui "periodicamente aos participantes os rendimentos gerados pela carteira". 

Já o segundo maior produto do mercado imobiliário é de outra categoria. Segundo a Associação o fundo NovImovest faz parte dos fundos abertos de acumulação e no final de setembro tinha mais de 326 milhões de euros em Valor da Carteira. O fundo faz parte da gestão da Santander Asset Management e é considerado na categoria de acumulação que inclui os fundos que “não distribuem qualquer tipo de rendimento, reinvestindo automaticamente os rendimentos gerados pelas respetivas carteiras”. Como é um fundo aberto, é “constituído por Unidades de Participação em número variável”.

Não muito longe surge o terceiro maior fundo do mercado que é, também, o maior fundo fechado do segmento imobiliário. Trata-se do Fimes Oriente que é gerido pela Gesfimo e que no final de setembro tinha mais de 321,5 milhões de euros em Valor Líquido sob gestão. Os fundos fechado, segundo a definição presente na Associação, são “constituídos por Unidades de Participação em número fixo, determinado no momento da emissão. O número de UP’s pode aumentar mediante condições pré-definidas no Regulamento de Gestão mas, no entanto, a saída dos participantes só se pode efetuar no fim do período de vida do fundo ou através da venda que, nos casos dos fundos cotados em Bolsa de Valores, pode ser efetivada naquele mercado secundário”.

Com mais de 300 milhões de euros em Valor da Carteira, ainda surgem mais dois produtos: o Imofomento e ainda o NB Património. Ambos os fundos são abertos de rendimento, com o primeiro a ser gerido pela BPI Gestão de Activoscontando no final de setembro, com 321,4 milhões de euros em património. Já o segundo é gerido pela GNB Gestão de Ativos e somava mais de 305 milhões de euros.

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