Obrigações nacionais emitidas pela CGD no exterior destacam-se na composição das carteiras dos FIM


Segundo dados divulgados pela CMVM referentes a Junho de 2013, nas obrigações de emitentes estrangeiros, que continuam a ser o activo com maior peso nas carteiras dos fundos (25,8% do total), o montante aplicado recuou 0,9% face a Maio para 3.494,6 milhões de euros. Por outro lado, as obrigações de emitentes nacionais registaram uma subida de 0,3% para os 535,2 milhões de euros.

No que diz respeito às obrigações emitidas por grupos nacionais no exterior, a percentagem destas nas carteiras dos fundos de investimento mobiliários portugueses ascende a 29,7%. 

A obrigação nacional que detém maior peso, nesta rubrica, é emitida pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), e tem maturidade em 2015 e cupão de 8%. Com um valor de 56,5 milhões de euros, representa 5,7% entre as obrigações nacionais emitidas no exterior e, por isso, consideradas como obrigações estrangeiras pela CMVM. Em segundo lugar aparece outra emissão obrigacionista da CGD com maturidade definida para 28 de Setembro de 2015 e com um peso, entre as estrangeiras, de 5,3%.

A terceira obrigação com mais destaque é, igualmente, emitida pela CGD, tem um cupão de 5,125% e a maturidade é dia 19 de Fevereiro de 2014. Representa 3,9%, ou seja, 39,4 milhões de euros. No entanto no mês de Junho registou uma queda de 0,7% face ao mês de Maio.

A obrigação nacional emitida no exterior que registou o maior variação entre Maio e Junho é emitida pelo Banco Espírito Santo, tem um cupão de 5,875% e vence no final de 2015. Registou uma variação de 41,5%, e tem um peso actual de 2,6% entre as obrigações nacionais emitidas no estrangeiro, o que corresponde a 25,7 milhões de euros.

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