O princípio do fim


Nos últimos três anos, a crise da dívida soberana tomou conta dos países que não conseguiram cumprir os seus saldos orçamentais, nomeadamente Portugal e a Grécia.

A solução foi aplicar uma subida de impostos e fim de algumas regalias junto da população. Três anos volvidos, a falta de crescimento económico fez com que a austeridade fosse posta em causa como solução para os males económicos de cada país.

Assim, cada vez mais a austeridade é vista como um solução que não deve ser tida em conta, pelo que o caminho a seguir será o da redução dos gastos de cada país, para que no fim de contas se consiga atingir o equilíbrio fiscal e financeiro, refere a J.P. Morgan Asset Management no seu Markets Insights trimestral.

Uma das soluções apresentadas pela gestora norte-americana assenta na união fiscal que deve vigorar na Europa de modo a melhorar a estabilidade do sector financeiro e tornar a União Europeia mais capaz de lidar com crises bancárias.

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