O ‘Hat-trick’ do BBVA Gestão Flexível


A gestão flexível  é um dos grandes motes de 2015 pelas razões evidentes, mas acima de tudo por causa de um contexto de mercado incomum, que exige dos profissionais da gestão de ativos uma nova forma de trabalhar. No atual momento de mercado os fundos mistos têm ganho uma maior preferência dos investidores europeus, que se confirma através das crescentes entradas de dinheiro nos produtos.

Na última edição dos prémios Morningstar em Portugal o reconhecimento ao nível destes fundos materializou-se num produto já veterano nestas lides. Pela terceira edição consecutiva o BBVA Gestão Flexível, da BBVA Asset Management, foi o vencedor na categoria de Melhor Fundo Misto Flexível Euro. Em mais um ano, Jorge Silveira Botelho, CIO da BBVA AM Portugal, subiu ao palco para receber o galardão entregue ao produto, que é um dos gigantes nacionais, com cerca de 90 milhões de euros em ativos sob gestão.  Sobre este prémio o profissional salienta que "o nosso sucesso advém do facto de possuirmos a competência para fazer uma verdadeira  gestão global, ativa e diversificada. Neste sentido respiramos melhor que ninguém e sentimo-nos como peixes na água neste mundo de baixos retornos e submerso em liquidez." 

Segundo a ficha de produto disponível no site, sendo este um fundo flexível,  “os riscos significativos que assume acompanham a natureza dos investimentos efectuados. O investimento em acções ou fundos de acções implica a assumpção dos riscos e a volatilidade típica dos mercados accionistas e das vicissitudes das empresas em que investe”. Desde o início de 2015, o produto alcança um retorno de 4,44%, segundo dados da APFIPP de 24 de abril, enquanto a um ano a rendibilidade do produto é de 8,47%.

As duas componentes da carteira

Há um ano atrás, numa entrevista concedida à Funds People Portugal a propósito desta mesma distinção, Jorge Silveira Botelho explicava que existe uma parte da carteira do fundo que “se move bastante”, principalmente através de derivados, futuros e opções, e que “constitui a parte mais tática do portfólio”. A restante parcela, dizia, é uma “parte mais estrutural da carteira, alocada a fundos de terceiros”. Sobre estes produtos que constituem a carteira do fundo, o profissional realçava que passam por um “screening muito criterioso do Quality Funds”, que é a “área de arquitetura aberta de fundos de investimento do Grupo BBVA que tem como missão selecionar os melhores fundos das gestoras internacionais”. 

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