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Morningstar lança 'Star Ratings' para fundos de acções do Brasil


Nos últimos anos a Mornigstar tem vindo a construir uma base de dados que inclui todos os fundos registados no Brasil, o que soma mais de 10.000 fundos de investimentos. Foi esta mesma base de dados que permitiu à empresa de análise lançar há poucos meses um sistema de categorias para fundos de acções brasileiros.

Os fundos são categorizados em função dos activos subjacentes em que investem estruturalmente e, para isso, faz-se um profundo estudo das carteiras tanto históricas como actuais e, também, de informação estatística de todos e de cada um dos fundos do mercado, que tenha como resultado categorias homogénas comparáveis”, revela Javier Saenz de Cenzano, Director de Análise de fundos na Morningstar Espanha. “Por isso, as categorias são atribuídas aos fundos e monitorizadas pela equipa de 'Fund Research' da Morningstar, que conta com mais de 100 analistas em todo o mundo”.

As categorias Morningstar para os fundos brasileiros de acções são:

'Brazil Large-Cap Equity' – investem principalmente em acções de empresas brasileiras de grande capital.

'Brazil Small/Mid Cap Equity' – investem principalmente em acções de empresas brasileiras de pequena e média capitalização.

'Brazil All Cap Equity' - investem em acções de todo o espectro de capitalização do mercado brasileiro

'Sector Equity' - têm uma significativa concentração do sector, mas não se enquadram em nenhuma das categorias de acções.

'Single Company Equity' - investem principalmente numa única empresa brasileira.

'Other Equity' - são fundos que não exibem uma estratégia que possa ser classificada numa das outras categorias de acções. 

Mais 'ratings' na mira

Desta forma, com a criação destas categorias “também se põe em marcha um sistema de ratings de estrelas Morningstar”, revela Javier. Este 'rating', recorde-se, é baseado na rentabilidade/risco de cada fundo em comparação com os restantes fundos da sua categoria Morningstar.

O ‘rating’ Morningstar expresso em estrelas, de uma a cinco, apresenta uma distribuição normal: 10% dos melhores fundos recebem cinco estrelas, 22,5% são classificados com quatro estrelas, 35% com três estrelas, 22,5% com duas estrelas e os 10% apenas com uma estrela. Este ‘rating’ é exclusivamente quantitativo, baseando-se unicamente em cálculos de rendibilidade e risco passado. Com um actualização mensal, tem em conta os períodos de 3, 5 e 10 anos.

Nos próximos meses é ainda expectável que a reconhecida empresa de análise lance 'ratings' para os fundos de obrigações e multimercados.

 

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