Millennium Prestige Conservador cresceu 469% em dois anos


Nascido no dia 14 de agosto de 1995, o fundo Millennium Prestige Conservador da Millennium Gestão de Activos tem sido um dos destaque de 2015. O fundo é o maior produto da entidade, tendo fechado o mês de fevereiro com mais de 584,5 milhões de euros em património. Da gestora, apenas mais três fundos conseguem ultrapassar os cem milhões de euros de património. São eles: o Millennium Extra Tesouraria III, o Millennium Euro Taxa Variável e ainda o Millennium Prestige Moderado.

O Millennium Prestige Conservador evidencia-se este ano sendo um produto de perfil conservador e que, nos dois primeiros meses do ano, consegue ter o maior número de captações líquidas no mercado nacional, com mais de 85 milhões de euros arrecadados.

Destaque, ainda, para o facto deste fundo ter incorporado o Millennium Multi Assets Selection nos últimos dias de julho do ano passado. De acordo com o comunicado oficial sobre esta fusão por incorporação, “o Millennium Prestige Conservador ganhará dimensão, o que permitirá a obtenção de sinergias e de maior eficiência na gestão de investimentos da sua carteira, de modo a que os participantes possam beneficiar de economias de escala resultantes”.

Crescimento de 469% em dois anos

Nos dois anos anteriores a esta análise, isto é, no final de fevereiro, o fundo já cresceu 469% em termos de património, o que dá um aumento de 481 milhões de euros em volume sob gestão. As “unidades de participação de outros fundos de investimento harmonizados ou equiparados, incluindo fundos de investimento admitidos à negociação nos mercados regulamentados e fundos de investimento administrados pela Millennium BCP Gestão de Activos ou Millennium Sicav, sediado no Luxemburgo e administrado pelo BII Investimentos International, S.A., obrigações, acções, outros valores mobiliários e instrumentos do mercado monetário” são os ativos financeiros que podem estar presentes na carteira, de acordo com o prospecto do produto.

Destaque, ainda, para o facto do produto dever ter “um mínimo de 30% do seu valor líquido global em unidades de participação de outros fundos”, sendo que até os depósitos bancários não podem exceder um terço do total da carteira. 

Mais de 6% nos últimos doze meses

Em termos de rendibilidade o fundo tem dado frutos em todos os prazos habitualmente analisados. Em 2015, até ao dia 27 de março, o fundo consegue uma rendibilidade de 3,15%, segundo os dados publicados pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP). Já nos prazos superiores a dois anos o fundos consegue, de forma anualizada, superar os 4% de rendibilidade. Nos últimos doze meses atinge os 6,36%.

A evolução dos ativos sob gestão e as captações líquidas

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