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Mercado nacional ficou atrás da “boa forma” europeia


As informações que a Associação Europeia de Fundos e Gestão de Activos (EFAMA) publicou recentemente sobre o panorama da indústria de fundos europeia reportam a “boa saúde” que os Fundos UCITS e não UCITS vivem na região.

No último trimestre de 2014 os ativos geridos pelos fundos harmonizados e não harmonizados no seio do velho continente cresceram 2,6% para cerca de 11,3 biliões de euros, no final de dezembro de 2014.

Portugal, tal como já tinha acontecido no terceiro trimestre do ano passado, foi de novo um dos países que assistiu a um decréscimo nos ativos líquidos geridos nos fundos UCITS e não UCITS. De um trimestre para o outro o volume sob gestão caiu quase 4%, e desceu o degrau dos 23 mil milhões de euros. Desta feita,  os fundos UCITS e não UCITS nacionais atingiram 22,9 mil milhões de euros de património gerido. Recorde-se que, tal como já lhe tinhamos feito menção, ao nível dos Fundos harmonizados, o nosso país sofreu um resgate de 44 milhões de euros no período em análise. 

Comparativamente com o mesmo período de 2013, o “rombo” é maior nos ativos geridos: 6,9%. No final de 2013 os fundos harmonizados e não harmonizados nacionais apresentavam 24,6 mil milhões de euros sob gestão.

Noruega e Croácia na linha da frente das perdas

As maiores quedas no período foram protagonizadas pela Noruega, cuja indústria caiu 10% no período, para os 92,4 mil milhões de euros em ativos sob gestão. A Croácia, à frente de Portugal nas perdas de património, fechou o terceiro trimestre com 2,1 mil milhões de euros de soma gerida nos fundos de investimento, o que representa um decréscimo trimestral de 4,3%.

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