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Mais nacional, menos estrangeiro


Os fundos de ações domiciliados em Portugal estão cada vez mais a apostar nas ações nacionais. O último relatório mensal da APFIPP, referente ao mês de fevereiro, mostra que nos últimos doze meses a posição das ações nacionais tem vindo a crescer, o que corresponde a uma evolução de sete pontos percentuais (p.p.). Em caminho contrário seguem as ações internacionais que caíram 6 p.p..

Olhando apenas para 2014, a diferença é mais substancial. No último dia do ano passado as ações nacionais representavam 23% da carteira dos fundos de ações, enquanto a exposição a ações internacionais atingia os 70%. No final do mês passado o peso destas passou para 28% e 65%, respetivamente.

Também a liquidez tem vindo a consolidar a sua posição nos fundos de ações em Portugal, embora  de uma forma mais modesta. Nos últimos doze meses passou de 5% da carteira para 9%, sendo que em 2014 o valor percentual tem-se mantido estável.

Tendência diferente nos fundos com ações

Nos fundos que apresentam na sua carteira, além de outros ativos, títulos do mercado acionista a situação é diferente. Tem-se assistido a um aumento na posição na carteira, tanto das ações nacionais como internacionais. No primeiro caso, nos últimos três meses a sua posição tem vindo a progredir 1 p.p. numa base mensal, fixando-se em 11% em fevereiro. Já as ações internacionais têm-se mantido estáveis, com uma percentagem de 33% da carteira.

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