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Lisboa está na rua, por isso aproveite bem o fim-de-semana


“O Lisboa na Rua” está de regresso para mais uma edição e, por isso, quando passar pelos jardins e praças da cidade não fique surpreendido. Música, cinema e artes visuais são esperados em vários pontos de Lisboa até dia 20 de setembro. Para que não se “perca” na programação, aponte na agenda as atividades desta sexta, sábado e domingo.

Sexta-feira: Noites de Verão – Timespine

O Jardim das Esculturas, no Museu do Chiado, recebe hoje, a partir das 19h30 a atuação dos Timespine. Para os que seguem o percurso de Tó Trips, vale a pena dirigirem-se ao local para conhecerem o novo projecto do artista, ao qual se juntam Adriana Sá e John Kilma. Trata-se de uma música envolvente, de nutrição artesanal e fruição hipnótica, sendo permeada pela improvisação para navegar com propriedade entre os pontos cardeais familiares dos campos da folk e da composição contemporânea.

Sábado: Clássicos na Rua - Ensemble de Transportes da Metropolitana

Para os apreciadores do som do trompete esta é uma boa oportunidade para um serão agradável. O Parque das Conchas, convida-o, a partir das 19 horas para um concerto onde o Ensemble de Trompetes da Metropolitana parte assim à descoberta de peças escritas em diversas épocas da criação musical, dando conta das mil potencialidades de um único instrumento.

Dirigido pelo professor Sérgio Charrinho, este agrupamento é a mais recente formação surgida no seio do projecto Metropolitana, fazendo uma ponte inédita, tanto no panorama português como no plano internacional, entre a prática artística e a pedagogia musical.

Domingo: Kios quorama - Dom La Nena + Henrique Neves Lopes

No domingo, na Praça José Fontana, o evento conduz-nos à música de Dom La Lena, uma  jovem violoncelista e cantora que tem influências de Tom Jobim, jorge Ben, Chet Baker, Atahualpa Yupanqui ou Cat Power. Violoncelos, vozes e percussão são a moldura que envolve o universo intimista das atuações.

Ao mesmo tempo que decorre o espetáculo musical pode aproveitar para conhecer as intervenções artísticas de Henrique Neves Lopes, que partem da apropriação de objetos, práticas e memória, colectiva e individual. Tudo isto a partir das 19h. 

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