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Laura Donzella: “Com o novo escritório em Madrid podemos oferecer um serviço mais próximo do cliente português”


Há quatro meses atrás a Nordea anunciava a abertura do seu novo escritório em Espanha. À frente do mesmo situa-se Laura Donzella, que até ao momento era responsável de vendas para Ibéria e América Latina a partir da sede que a entidade tem no Luxemburgo. A notícia da chegada da entidade ao mercado ibérico levantava uma grande expectativa por se tratar de uma gestora com um tipo de produto muito particular que nos últimos tempos tem vindo a despertar o interesse dos investidores de Espanha e Portugal.

Na primeira entrevista que concede depois da abertura de escritório em Madrid, Laura Donzella assegura que os meses que se viveram antes da chegada foram um período “muito intenso, mas gratificante por causa da calorosa recepção”. Segundo explica, “ter presença local e trabalhar a partir do escritório de Madrid permite servir os nossos clientes em Portugal, e providenciar-lhes um serviço mais forte”. Acrescenta que “a principal diferença que notamos face ao trabalho que temos vindo a fazer a partir do Luxemburgo é o nível de atenção que podemos dar ao cliente, sendo capazes de responder aos seus pedidos de uma forma mais rápida, reconhecendo diretamente quais são as suas necessidades”. Neste sentido, a responsável considera que o passo de formar uma equipa de trabalho foi muito importante.

Em conjunto com Laura Donzella - que para além do mercado português e espanhol, cobre ainda o negócio de fundos pensões chilenos – no escritório trabalha Carlo Fassinotti, que presta exclusivamente serviços ao cliente espanhol. No entanto, esta sede apoia-se no suporte dado pela equipa do Luxemburgo. É no Grão Ducado onde a gestora nórdica tem a base operativa da Sicav, a equipa de marketing, de apoio ao cliente e os especialistas de produto. A partir daqui trabalham Ana Rosa Castro (serviço de atenção ao cliente) e Cristian Balteo (especialista de produto).

Com o novo escritório em Madrid, a Nordea “poderá providenciar um serviço mais próximo e um maior apoio aos nossos clientes”. Na lógica de não terem no seu ADN uma postura agressiva, a gestora nórdica define que a sua cultura “passa por ter um enfoque simples e humilde”. “Fazemos as coisas passo a passo com um enfoque conservador, já que temos objectivos e compromissos estáveis e a longo prazo”, explica a especialista.

Isto é evidenciado pelos produtos da Nordea onde recai o maior interesse do investidor português. “Os investidores portugueses estão mais interessados nos fundos pertencentes à gama “Stable”, em particular no Stable Return Fund”, aponta.

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