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Julho: Fundos de pensões nacionais voltam ao ‘verde’


Três meses volvidos e os fundos de pensões nacionais voltaram a crescer mensalmente. De acordo com a estimativa da consultora Mercer, a rendibilidade mediana estimada do mês de julho foi de 1,7%.  As obrigações registaram uma rendibilidade de 1,3% enquanto as ações subiram 3,5%.

Já a “yield das obrigações de dívida privada com qualidade de crédito AA e maturidade superior a 10 anos, índice de referência para as taxas de desconto dos planos de pensões, era de 1,8% no final do mês de Julho. No final de Junho esta taxa era de 2,1%”, segundo se pode ler no comunicado divulgado pela consultora.

Desde do início do ano a rendibilidade da carteira é de 4%, com as ações europeias a serem os ativos que mais contribuiram positivamente para esta performance, uma vez que registam uma subida de 12,5%. Já nas obrigações, aquelas que apresentam melhor comportamento em 2015 são as que investem em Taxa Fixa Euro.

Para Rui Guerra, partner da Mercer, “os fundos de pensões portugueses obtiveram em Julho uma rendibilidade mediana estimada de 1,7%. Esta performance resultou do desempenho positivo das obrigações e das ações. Os resultados de Julho foram positivamente influenciados pelos sinais de resolução da crise grega, pelos resultados apresentados pelas empresas americanas e pela expectativa de um novo adiamento na subida dos juros por parte do FED”.

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