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Fundos de investimento representam quase 11% das carteiras das gestoras de patrimónios


No final do quinto mês do ano, segundo os dados publicados pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios - APFIPP -  o valor das carteiras sob gestão discricionária, em Portugal, ascendia a 57.448,1 milhões de euros. Em relação ao mês de abril, houve um ligeiro decréscimo de 0,3% no valor gerido pelas gestoras de patrimónios que se encontram associadas na APFIPP, que representam cerca de 91,3% do total gerido em território nacional.

Apesar da queda ser residual no mês passado, em 2016 o valor de descida já supera os 4,4%, com o volume gerido no final de 2015 a superar os 60 mil milhões de euros.

Fundos de investimento em rota ascendente

De acordo com a Associação, os Fundos de Investimento representavam 10,93% do total investido pelas gestoras de património no final de maio, o que representa um aumento face ao 10,62% registado em abril.

Os dados da APFIPP indicam que o investimento cresceu 2,61% de abril para maio, para um total superior a 6.279 milhões de euros. Grande parte deste aumentou resultado do aumento do valor investido na União Europeia, através de um incremento de 4,74% para um valor próximo dos 4 mil milhões de euros. Para esta evolução positiva, podemos destacar as UPs de fundos mobiliários de obrigações estrangeiros que avançaram mais de 13%.

Já o investimento em fundos de investimento nacionais sofreu uma descida de cerca de 1% para 1.639 milhões de euros.

Portugal reforça liderança

Entre os restantes valores mobiliários, Portugal é o país preferencial das gestoras de patrimónios. O valor total, investido no final de maio, ascende a 20.655 milhões de euros, um valor mais alto em 3% do que o registado em abril.

O maior aumento percentual, de abril para maio, foi registado na Grécia – 16,86% para 20 milhões euros - , sendo seguido pela Nigéria com 16,35% para 763 mil euros.

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