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Investidores continuam em “busca” do risco … e da rentabilidade


Outubro manteve a tendência começada em 2013, e os resgates nos fundos estrangeiros registados no mês pelas plataformas consolidam a cada vez maior “audácia” dos investidores na procura pelo risco.

Desta forma, os produtos mais conservadores são aqueles de onde sai mais dinheiro, para ser canalizado para outro “sítio”. “Do lado dos fundos com maiores saídas, continuamos a ter os fundos de tesouraria e de obrigações mais conservadores. Pensamos que este mês continuou em linha com os anteriores, em que temos assistido a uma saída de ativos mais conservadores e associados a segurança mas que têm atualmente uma rendibilidade bastante limitada”, confirma Rui Castro Pacheco, subdiretor de investimentos do Banco Best.

A mesma tendência acontece também no Banco BiG, onde Isabel Soares refere que se verificam “alguns resgates em fundos com exposição ao segmento de dívida”, confirmando que “os montantes acabaram por ser canalizados para investimentos em fundos com um maior nível de risco”.

Para além desta apetência pelo risco, Isabel Soares destaca também no mês de outubro uma tendência de “deslocalização da exposição a estratégias globais em termos geográficos”, explica, dizendo que “os investidores passaram a privilegiar posicionamentos com enfoque em outras áreas geográficas, o que acabou por ter impacto nos outflows de fundos (com esta tendência a ser mais evidente no segmento accionista)”.

No ActivoBank, por seu lado, denotam-se “algumas saídas de mercados emergentes com predominância pelos mercados asiáticos”, refere Guilherme Cardoso, da entidade, realçando que “o fundo Old Mutual Technology foi encerrado” e que, por isso, foi o fundo mais resgatado.

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