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Invest Gestão de Activos: correção de agosto conduziu a reforço de posição em ações europeias


Alongar-nos-íamos se começássemos a falar sobre o passado mês de agosto nas bolsas mundiais. O dia 24 de agosto, em específico, trouxe à ribalta uma espécie de ‘Black Monday’ em que a generalidade das bolsas mundiais derrocaram, com o índice chinês Shanghai Composite a cair cera de 8,5% - a maior queda desde 2007 – e o S&P 500 a registar a maior perda diária dos últimos quatro anos, aproximadamente 4%. Terminado o mês de agosto, adensou-se ainda mais a incerteza para os investidores, com as incógnitas a materializarem-se em expressões como China, Grécia, preços do petróleo ou subidas de taxas por parte da Fed.

A Invest Gestão de Activos, tal como algumas entidades internacionais reforçaram na altura, fala de um contexto de oportunidades que pode surgir daqui para a frente. Numa nota de research elaborada pela entidade depois da referida “segunda feira-negra”, escreviam por exemplo que “a queda dos preços das matérias primas é um ponto positivo para as economias desenvolvidas industriais que conseguem baixar os seus custos de produção”. Neste sentido, reforçavam que especialmente os países da Zona Euro, que “estão também a beneficiar da depreciação do Euro face ao Dólar”, conseguirão provavelmente aumentar as exportações e assim dinamizar a sua atividade económica.

Tendo em conta os desafios acima citados, por essa altura a equipa da Invest Gestão de Activos estava consciente de que “as quedas recentes” deveriam “possibilitar bons níveis de entrada ou reforço nos ativos de risco”. Contudo, o conselho subjacente era de “prudência e foco na gestão do risco”.

Gestão das carteiras

Logo depois da acentuada queda das bolsas globais, a equipa de gestão de ativos  aproveitou “a recente e abrupta queda dos índices mundiais para reforçar as posições das carteiras nos índices europeus”.

Decorrido o mês de agosto, num resumo preconizado no habitual documento ‘Invest Montly’, a Invest Gestão de Activos descreve que no período aumentaram mesmo “a exposição a ações europeias, cujas avaliações permanecem, mais interessantes relativamente às congéneres norte-americanas”.

Por outro lado, reduziram o peso em mercados acionistas emergentes, que foram o “epicentro da presente volatilidade nos mercados”. Quanto à alocação a instrumentos de liquidez, a percentagem “permanece ainda considerável, visando aproveitar novas eventuais quedas para reforçar posições”. O foco da sua gestão dizem “continuar a ser o controlo de risco das carteiras”.

Mudanças na alocação de ativos nas carteiras perfiladas da entidade

Gráfico elaborada pela entidade
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