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ING IM continua positivo nas ações europeias


Segundo a publicação do ING Investment Management, Marketexpress, 2013 foi o quarto melhor ano para as ações em termos globais desde da década de 1970. “Apenas 1975, 1985 e 1986 foram melhores”.

O MSCI World, em moeda local, subiu mais de 29%”, o que foi muito acima da expectativa inicial da gestora, com o “destaque a ir para os mercados desenvolvidos. As ações emergentes tiveram o pior resultado desde 1998”, segundo a entidade.

Já os “ganhos globais subiram 3,5%. Este ponto de viragem não é estranho no ciclo de negócios, com os investidores a antecipar uma recuperação”. Já para 2014, o conselho da gestora vai para que as “empresas apostem no crescimento dos para evitar uma revés nos mercados, especialmente nos EUA”.

Europa, a predileta

Para o ING Investment Management as ações Europa continuam a ser as prediletas, com “um pequeno overweight”. A gestora espera uma “expansão da margem e um crescimento de dois dígitos nos lucros que vem da recuperação e do facto do euro não estar muito forte”. Sobre os países periféricos, a entidade revela que continuam” particularmente positivos”.

Politicas orientadas para o crescimento no Japão vão continuar

Para o Japão, a publicação da gestora revela que “maiores investimentos para o Fundo de Investimento de Pensões do Governo vai originar um maior fluxo adicionar nas ações japonesas”.

Também o aumento dos impostos sobre as vendas, que está previsto desde Abril do ano passado, mostra que o primeiro ministro japonês “está disposto a tomar algumas decisões para tirar o Japão da espiral  deflacionária”.  “Para compensar o aumento de impostos e para evitar cometer o mesmo fracasso dos seus antecessores Shinzo Abe anunciou, também, um novo e maior pacote de estímulos”, como se pode ler na publicação. Para o ING IM o “impacto líquido vai depender do ritmo do crescimento da economia japonesa”.

O maior desafio da FED

Para os especialistas da gestora, a maior dificultade da FED é a sua “comunicação com os mercados que não é fácil” e dão o exemplo do que aconteceu depois do anúncio de Bernanke em meados de 2013 sobre a compra de títulos. “A sua mensagem provocou uma forte correção nos mercados. A sua mensagem de dia 22 de maior foi difícil para os mercados, com estes a não distinguirem a política monetária do tapering”.

Para o ING IM, o “primeiro aumento da taxa vai ocorrer no último trimestre de 2015”.

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