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Índice português fecha semana a crescer 0,44%


A bolsa portuguesa encerrou neste final de sexta-feira a subir, tendo crescido 0,44% para os 6.350.310 pontos. As restantes congéneres europeias também terminaram no verde, com Madrid s crescer 0,81%, Paris 0,58% e Frankfurt 0,25%.

O sector bancário foi o que mais impediu um melhor resultado do PSI 20, já que todas as empresas encerraram no vermelho, à exceção BCP que subiu 1,06% para os 0,115 euros. A maior queda do dia foi protagonizada pelo Banif, que caiu 2,56% para os 0,008 euros. O BPI recuou 0,34% e o BES 0,60%.

Na energia o destaque vai para as duas EDP. A EDP renováveis avançou 0,78% para os 4,025 euros, enquanto a EDP energia cresceu 1,16% para os 2,783 euros. A REN conseguiu valorizar apenas 0,13%, enquanto a Galp energia caiu 0,66%.

Nas telecomunicações, todas as empresas terminaram no verde, indo o destaque para a PT que cresceu 2,07% para os 3,150 euros. A Zon Optimus subiu 0,43% enquanto a Sonaecom avançou 0,69%.

A jerónimo Martins caiu 0,66% para os 12,020 euros, enquanto a concorrente Sonae SGPS cresceu 1,38% para os 1,100 euros.

Destaque para a construtora Mota-Engil que registou a maior valorização do dia de 8,45% para os 3,915 euros. 

Jorge Guimaraes, da Banif Gestão de Activos comenta que os destaques positivos da semana foram para o BCP (+3.15%) e para Mota Engil (+2.95%). No BCP, o mercado especula que possa vir a ser aplicada em Portugal uma alteração ao tratamento dos créditos fiscais nas bases de capital dos bancos, à semelhança do que se espera venha a acontecer em Espanha. Já a Mota Engil anunciou (aquando da divulgação dos seus resultados trimestrais) a sua intenção de fazer um IPO da unidade que agrega os seus negócios africanos, o que foi muito bem recebido pelo mercado, uma vez que esses são os mercados onde a Mota Engil espera obter o maior crescimento de resultados. Pela negativa realce para empresas cíclicas como a Cofina (-5.25%) e a Altri (-5.2%), penalizadas por alguma tomada de mais valias após as fortes subidas registadas nos últimos 3 meses. No mercado europeu, ao nível sectorial destacou-se a boa performance do sector automóvel e do sector das utilities (especialmente das empresas alemãs), na sequência de rumores sobre uma possível venda de activos por parte da RWE.

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