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HMC ITAJUBA quer atrair fundos de pensões brasileiros para investimento estrangeiro


O objetivo da empresa é constituir veículos com estrutura master feeder que possam investir 100% da sua carteira em produtos internacionais, e que estejam aptos para os fundos locais. No que diz respeito à parte de acções fecharam um acordo de colaboração com a Threadneedle e preparam também uma oferta em private equity. “Estamos a rever todos os detalhes com os advogados. Temos de nos adaptar e procurar a fórmula correta. Fazer isso é mais difícil no private equity do que nas ações”, explica Ricardo Morales, sócio da HMC Capital.

Parte do trabalho consiste em “educar” o setor dos fundos de pensões.  Os gestores dos fundos brasileiros foram ao Chile conhecer a experiência mais “desenvolvida” das gestoras”, diz Morales.

No Brasil, a sua aliança estratégica com a Itajubá Investimentos evoluiu até se converter numa nova entidade: a HMC Itajubá. Esta dedica-se à distribuição de fundos de investmento internacionais e serve para abrir as portas exteriores a managers brasileiros. Deu-nos acesso ao Brasil e permitiu-nos ter uma licença para operar lá”, explica Morales.

Outro dos projetos da entidade é constituir uma plataforma de fundos UCITS de gestores latinoamericanos, que vai começar por incluir managers brasileiros na sua oferta.

Para além de distribuir fundos de terceiros, a HMC Capital no Chile conta com a administradora de fundos Nevasa HMC, que lhes permite estruturar fundos de investimento e fundos mútuos para clientes institucionais. A administradora conta com 250 milhões de dólares em ativos sob gestão, e tem como  objetivo chegar próximo dos 500 milhões. Lançaram fundos de private equity e um fundo aberto no Brasil, administrado pela BRZ Investimentos. 95% dos ativos correspondem a clientes institucionais e os 5% restantes a family offices. “Têm sido colocações muito positivas”, resume Morales.

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