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Hawkclaw Capital Advisors: “O nosso enfoque de especialização passa pela componente obrigacionista e instrumentos de dívida”


Como veem a evolução do negócio das SCI no médio prazo?

Consideramos que a atual situação do sistema financeiro em Portugal e na Europa se apresenta como uma oportunidade para o crescimento da atividade das SCI. Nos últimos anos vários foram os exemplos de descrédito das instituições bancárias em várias jurisdições e pelas mais diversas razões o que incentiva hoje os investidores a procurarem um serviço de aconselhamento independente privilegiando cada vez mais os aspetos técnicos. 

Qual a vossa filosofia de negócio e a maior mais-valia que apresentam ao mercado?

A nossa filosofia continua a centrar-se nas necessidades e objetivos dos nossos clientes, promovendo a combinação de uma relação de fidúcia com a competência dos serviços prestados. Tal como mencionado em edições anteriores, o nosso enfoque de especialização passa pela componente obrigacionista e instrumentos de dívida. A oferta de um processo de consultoria e monitorização robusto e o acompanhamento contínuo de todo o universo de empresas a que os nossos clientes têm exposição são, sem dúvida, o nosso fator de diferenciação.

Quais os maiores desafios de negócio para o futuro?

A evolução do enquadramento regulatório, nomeadamente o DMIF II e RMIF, será o grande desafio no futuro próximo. A entrada em vigor destas normas poderá pressionar as margens de negócio motivando a reorganização do sector e das divisões de Banca Privada dado que, por exemplo, atualmente os clientes poderão desconhecer o real valor que pagam pelo aconselhamento. No nosso caso o tema da regulação embora obviamente comporte algumas adaptações operacionais apresenta-se como uma oportunidade pois a nossa estrutura de remuneração sempre foi totalmente transparente. 

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