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Guidance similar para todo o tipo de clientes


Na comercialização e gestão dos Unit-linked, assim como na sua atuação em geral, o Banco BiG tem um grande foco na liquidez. Disponíveis na plataforma do banco existem  3 produtos (BiGLink Defensivo, Ações Equilibrado e Ações Activo) desenvolvidos com a Seguradora Eurovida.

O BiGLink Defensivo tem um mínimo de investimento de 55% em obrigações ou outros instrumentos de dívida, e um máximo de 95%, enquanto o Ações Equilibrado tem uma política de investimento em que o mínimo de investimento em ativos com exposição ao mercado acionista é de 25% e o máximo 50%. O Ações ativo, tal como o próprio nome indica, apresenta uma maior exposição a ações e, por isso, é definido um mínimo de 50% a ativos com exposição ao mercado acionista e um máximo de 100%. Estes produtos não têm qualquer distribuição de rendimentos e estão disponíveis para o mass market com um valor mínimo de subscrição de 1.000 euros.

“Não” à gestão passiva

Para além desta oferta, na parte da gestão discricionária o banco tenta tornar os investimentos mais eficazes ao nível fiscal. Para isso efetuou uma “migração de blocos da gestão discricionária, para blocos com mais eficiência fiscal”, explica Rui Broega, Diretor de Asset Management do BiG, que aponta 5 opções neste contexto. Três dessas opções têm o “cunho” da seguradora Eurovida, enquanto as outras duas estão a cargo da Futuro.

Sendo o BiG responsável pela gestão destes produtos, Rui Broega descarta a hipótese de uma gestão passiva, frisando que na instituição gostam de “ tentar gerar alfa com especial enfoque no controlo da volatilidade das carteiras”, evitando assim qualquer tipo de abordagem de gestão passiva: “para nós faz menos sentido”, reitera. No entanto isto não quer dizer que não incorporem ETF nas carteiras.

Controlar o risco mesmo sem oferecer dois dígitos de retorno

O fundo PPR BiG Taxa Plus e o fundo PPR BiG Alpha são dois Fundos de Pensões/PPR com a “marca” da seguradora Futuro, que tal como o próprio nome indica oferecem uma opção de Plano Poupança Reforma. O primeiro, mais dirigido a “investidores avessos ao risco”, apresenta uma constituição de títulos de rendimento fixo, podendo para além de obrigações ter também fundos. O BiG Alpha, por outro lado, é constituído por uma alocação mais eclética que inclui activos de investimento directo e fundos diversificados. Em ambos os produtos o montante mínimo de subscrição é de 10.000 euros.

Para Rui Broega a “democratização” trazida por estes montantes mínimos de subscrição é “muito importante”, já que  se insere naquilo que o banco pretende ter: “um guidance de investimento similar/igual para clientes com mais ou menos dinheiro”, refere. Sendo a instituição direcionada para o aconselhamento mas também para a gestão, o responsável pela Gestão de ativos refere que “tem existido uma grande preocupação em fazer-se uma otimização fiscal”. Nesta perspetiva, mesmo na seleção de fundos a “preocupação” passa por uma gestão muito focada no controlo de risco. “A minha preocupação não é ir em busca de dois dígitos de rendibilidade. Somos mais risk managers do que asset managers”, refere Rui Broega.

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