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Gestoras de patrimónios investem mais nos fundos nacionais


No final do primeiro mês do segundo semestre do ano, os ativos sob gestão das entidades que gerem patrimónios atingia quase 55.850 milhões de euros. Este valor representa um aumento de 0,7% face ao final do último mês do primeiro semestre do ano, de acordo com os dados revelados pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP).

No global, as aplicações das gestoras de patrimónios em fundos de investimento sofreram um revés, em julho, com uma descida superior a 1%. No final de maio o montante aplicado era, ainda assim, superior a 5.300 milhões de euros. Apesar desta queda, o segmento dos fundos de investimento domiciliados em Portugal aumentaram a sua presença em 0,9%, para quase 1.330 milhões de euros.

 

Portugal com a maior fatia noutros valores mobiliários

O investimento das entidades gestoras de patrimónios noutros valores mobiliários, nos quais não se incluem fundos de investimento, era superior a 43.000 milhões de euros, representando assim mais de 77% do total do património. Esse investimento em ativos portugueses, no final de julho, era de quase 19.000 milhões de euros, o que significa um aumento de 1,8% face ao final de junho.

Analisando os países onde as entidades investem, os maiores aumentos percentuais aconteceram em valores mobiliários de dois países africados: Nigéria e Quénia. Em ambos os países o aumento foi superior a 30%.

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