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Gestoras de patrimónios com UPs de fundos de ações portugueses a crescer


A evolução das aplicações das carteiras das sociedades gestoras de patrimónios portuguesas demonstra que o montante gerido por estas entidades “abrandou” de 57,4 mil milhões de euros em abril, para 56,9 mil milhões em maio. Segundo publica a APFIPP no seu relatório estatístico mensal dedicado a este segmento de negócio, a maior fatia das carteiras destas entidades continua a pertencer a dívida pública denominada em euros, que em maio, com 22,3 mil milhões de euros investidos, perfazia 39,3% dos portfólios.

No que diz respeito aos montantes aplicados em unidades de participação (UP) de fundos mobiliários, destaca-se a crescente soma aplicada em todas as categorias, com exceção dos fundos de obrigações portugueses, mistos portugueses ou de tesouraria nacionais.

UPs de fundos de ações avançam

Do lado do crescimento, destaque para as UPs dos fundos de ações portugueses. No final de maio, as carteiras das gestoras de patrimónios tinham 113,5 milhões de euros aplicados nesta rubrica: mais 4,3% do que no final de abril, altura em que o valor investido nas UPs destes fundos era de 108,8 milhões de euros.

Março: o mês do “impulso”

Olhando para os meses que já passaram de 2014, denota-se que desde março que as UPs dos produtos que investem na bolsa nacional têm ganho um significativo avanço. Depois de uma queda acentuada do mês de fevereiro para o terceiro mês do ano, o valor aplicado nestes fundos já cresceu 5,8 milhões de euros.

Outros F.I.M mobiliários estrangeiros 

Entre quarto e quinto meses do ano, o maior crescimento verificou-se nas unidades de participação de outros fundos mobiliários estrangeiros, que de abril para maio progrediram 10,5%. Se em abril o valor investido era de 749,9 milhões de euros, no quinto mês do ano avançou para os 847,7 milhões. 

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