Gestão discricionária cresceu 16% no BESI em 2014


“A resiliência do BESI traduziu-se numa performance operacional muito positiva”. Esta é uma das ideias transmitidas por José Maria Ricciardi, presidente da Comissão Executiva do BESI, na sua mensagem presente no Relatório e Contas de 2014. Entre outros pontos, o responsável destaca ainda, que “na actividade de Fusões & Aquisições o BESI manteve a liderança em Portugal (em número de operações anunciadas) e na Corretagem verificaram-se alguns sinais de retoma, sobretudo na Península Ibérica, beneficiando da melhoria do sentimento de mercado”.

Gestão discricionária: crescimento de 16% em 2014

Numa análise detalhada da área de gestão de activos da entidade é primeiramente destacado que, ao nível da gestão discricionária, “a medida de resolução [ao Banco Espírito Santo] representou um dos maiores desafios da história”. No relatório é referido que “face ao valor máximo de 296 milhões de euros de ativos sob gestão atingidos a 30 de junho, verificou-se uma redução de apenas 13%”, o que para a entidade é sinal de uma “extraordinária resiliência”.

Já tendo em conta todo o ano de 2014, o montante dos ativos sob gestão deste segmento de negócio cresceram acima de 16%, alcançando os 247 milhões de euros.

Destacados são ainda os resultados das carteiras da gestão discricionária em 2014, apelidados como “o grande destaque no ano”. Apontam que no perfil normal “a valorização foi de 7,4% e no perfil agressivo atingiu 11,11%”.

Wealth Management e Gestão de Fundos

Relativamente a este ponto, a entidade lembra a descontinuação da “a atividade de gestão de fundos e Wealth Management no Brasil, partir de Setembro de 2014, efectuando uma parceria com o Grupo Brasil Plural, no âmbito da qual foram transferidos os fundos e as carteiras dos clientes, ficando os mesmos sob a gestão desta entidade”.

Private Equity  

No âmbito da atividade do Private Equity, o BESI indica que o ano passado ficou marcado pela liquidação do fundo ES Ibéria I, mas também pelo “aumento muito significativo do valor do desinvestimento resultante de condições macroeconómicas mais favoráveis e do aumento da maturidade da carteira de investimentos”.

Os fundos de private equity, dizem, atingiram um montante sob gestão de 188 milhões de euros, que é proveniente de vários desinvestimentos enumerados no relatório.

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