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Gestão de Patrimónios decresceu em novembro


Os últimos dados da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios - APFIPP - sobre o segmento de gestão de patrimónios são referentes ao final do mês de novembro. Nessa data, o valor "das carteiras sob gestão discricionária ascendeu a 55.600,6 milhões de euros, o que traduz um decréscimo de 1,6% relativamente ao mês anterior", conforme se pode ler no documento publicado pela Associação. Se compararmos com o final do ano passado, a descida situa-se em 7,5%, já que em dezembro de 2015 o montante total ascendia a 60.112 milhões de euros.

Obrigações dominam a carteira

Em termos de classes de ativos em carteira, as obrigações destacam-se das demais. No final de novembro, e segundo a APFIPP, as obrigações representavam cerca de 70% dos investimentos em carteira. Os títulos de Dívida Pública lideram com uma fatia de 41,2% do total do portefólio, com as 'Obrigações Diversas' a virem logo de seguida, com uma representação superior a 28%. "Desde o início do ano, a Dívida Pública é a classe de ativos que registou o maior aumento do peso na estrutura das carteiras de Gestão de Patrimónios, passando de 37,4% para 41,2%", revela a Associação.

Já os fundos de investimento - quer mobiliários, quer imobiliários, representavam quase 11,5% da carteira, com os fundos mobiliários a deterem mais de 9,2% do total investido pelo portefólio. As ações ficam-se pelos 6% enquanto que a 'Liquidez e outros ativos' representavam praticamente 13% do total da carteira das gestoras de patrimónios nacionais.

Trio da frente segue inalterado

As três maiores sociedades nacionais que fazem gestão discricionária em Portugal, no final de novembro, são exatamente as mesmas três que 'enchiam' o pódio no final de outubro. A Caixagest continua a liderar, e de forma destacada, com um valor superior a 21.877 milhões de euros, um valor mais baixo em 1,3% face ao mês de outubro. Logo depois surge a BMO GAM com um valor total superior a 12950 milhões de euros, com a GNB Gestão de Ativos a fechar o pódio com um valor sob gestão discricionária a superar os 6.600 milhões de euros.

 

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