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Fundos sectoriais com desempenho negativo em Janeiro


No mercado de fundos de investimento brasileiro, o primeiro mês do ano foi marcado pelo desempenho negativo dos fundos sectoriais e de acções de pequena capitalização, evoluindo em sintonia com a tendência de queda verificada no índice bolsista de referência.

A Anbima refere, na edição de Fevereiro do “Panorama”, que, no mercado de taxa variável, “mesmo superando o risco de eventos extremos no início do ano, especificamente no que se refere ao abismo fiscal norte-americano, o desempenho negativo das acções, em especial os sectores de energia, petróleo e mineração, fez com que alguns fundos da categoria, sobretudo os sectoriais, recuassem em Janeiro”.

Igualmente os fundos de acções ‘small caps’, “que foram destaque de rendibilidade em 2012, e cujas carteiras devem investir de forma preponderante em acções com relativamente baixa e média capitalização de mercado, apresentaram desempenho negativo no mês”.

Em sentido contrário evoluíram nomeadamente os fundos com maior grau de liberdade de selecção de papéis, salienta a Anbima, como os fundos de Acções Livre, que apresentaram retorno positivo.

Analisando as ‘performances’ nos últimos 12 meses, o relatório mensal “Panorama” destaca que, apesar da queda acumulada de 5,25% do Ibovespa nesse período, os principais fundos da categoria Acções abertos à captação “vêm gerando retornos positivos [...], por vezes até superiores aos indicadores de renda fixa, como é o caso dos fundos Acções Livre, que acumulam uma alta de 16,74%, contra 16,71% do IMA-Geral em igual período”.

No desempenho no último ano, a excepção vai para os fundos sectoriais, que acumulam uma desvalorização de 11,71%, “influenciados por medidas governamentais”, é referido pela Anbima.

 

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