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Fundos mobiliários com subscrições líquidas de 435 milhões em Janeiro


Os fundos de investimento mobiliário (FIM) terminaram Janeiro com um saldo positivo de 435,3 milhões de euros, resultado de subscrições de 1.142,5 milhões de euros e resgates de 707,1 milhões,  de acordo com a estatística mensal divulgada pela APFIPP.

Este arranque de ano positivo representa uma manutenção da tendência já verificada em 2012, que teve em Setembro o último mês (e o segundo ao longo de todo o ano, juntamente com Julho), com maior volume de resgates que de subscrições. Desde Janeiro do ano passado, as subscrições líquidas ascendem cerca de 1,1 mil milhões de euros, com as entradas acumuladas de dinheiro nos fundos a ultrapassarem 11 mil milhões de euros.

No primeiro mês de 2013, a sociedade gestora com maior saldo positivo foi a ESAF, com 141,3 milhões, seguindo-se Caixagest (88,1 milhões) e Santander Asset Management (78,8 milhões). Entre as restantes sociedades – onde não constam dados da MNF por ainda não se encontrarem disponíveis – apenas a Invest Gestão de Activos (com saldo zero) e a Patris (com -6,3 milhões de euros) não tiveram subscrições líquidas positivas.

Quanto a categoria de fundos, a de especiais de investimento monetário de curto prazo foi a que registou maior saldo líquido de subscrições menos resgates, com 187,8 milhões de euros; seguiram-se a de fundos de tesouraria euro (com 165 milhões) e a de outros fundos especiais de investimento 842,8 milhões).

Do total das 31 categorias de fundos,  quatro tiveram saldo zero entre subscrições e resgates e 14 saldo negativo, tendo sido a de fundos flexíveis onde o montante foi mais elevado (-10,2 milhões de euros), de acordo com a estatística mensal divulgada pela APFIPP (sem dados da MNF).

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