Fundos mais acessíveis aos investidores de retalho


A oferta é variada e há mínimos de subscrição para todos os gostos. Segundo os dados publicados pela APFIPP, existem seis fundos de investimento que investem apenas em ações nacionais. Dentro dessa amostra o intervalo mínimo de subscrição varia entre 50 e 500 euros.

No patamar mais baixo aparece o fundo Banif Acções Portugal, gerido por Jorge Guimarães e Nuno Marques da Banif Gestão de Activos. Este produto tem um mínimo de subscrição de 50 euros e apresenta uma rendibilidade anualizada no último ano de 31,58%. A cinco anos este valor é de 7,18%. No final de janeiro o produto tinha em carteira 4,8 milhões de euros.

No patamar seguinte aparece o fundo da Caixagest, o Caixagest Acções Portugal. Este produto tem um mínimo de subscrição de 100 euros e apresenta nos últimos doze meses uma rendibilidade de 25,06% que se transforma em 4,4% a cinco anos. Em termos de valor da carteira, finalizou o primeiro mês do ano com 34,14 milhões de euros.

Com um mínimo de subscrição de 250 euros aparece o ES Portugal Acções da ESAF. Gerido por José Valente, este produto ganhou recentemente o prémio de “melhor fundo que investe em ações portuguesas”, nos Euronext Lisbon Awards. Nos últimos doze meses este fundo tem uma valorização de 27,95% , já no prazo mais longo (5 anos) o valor da rendibilidade anualizada é de 6,19%.

Os restantes três fundos apresentam um montante mínimo de subscrição de 500 euros: BPI Portugal, Millennium Acções Portugal e Santander Acções Portugal. O produto da BPI Gestão de Activos obteve uma rendibilidade nos últimos doze meses de 29,48%. A cinco anos o valor anualizado é de 7,78%.

Já o produto pertencente à Millennium Gestão de Activos conseguiu ganhos de 26,29% no último ano, enquanto o fundo da Santander Asset Management atingiu os 34,89%, sendo o fundo que mais vezes nos últimos meses esteve na liderança como o “fundo mais rentável a um ano da semana analisada”, pela APFIPP. De referir que o fundo da Santander Asset Management é o maior em termos de ativos sob gestão da categoria com mais de 111 milhões de euros, no final de janeiro.

De notar ainda que segundo informação da APFIPP, nenhum destes fundos apresenta qualquer tipo de comissão de subscrição.

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