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Fundos de protecção de capital lideram rendibilidades a um ano em 2012


Os fundos de investimento mobiliário (FIM) da categoria de protecção de capital lideraram as rendibilidades a um ano, em 2012, de acordo com o ‘top 10’ divulgado semanalmente pela APFIPP.

De acordo com o último de 2012, relativo à semana de 28 de Dezembro, o Caixagest Mix Emergentes – FEI, com uma rendibilidade efectiva anual de 46,2% (9,5 milhões de euros sob gestão) foi o que liderou o ‘ranking’, seguindo-se o Espírito Santo Rendimento Fixo IV – FEI, com um retorno de 42,4% (33,5 milhões de euros sob gestão). Ambos pertencem à categoria de protecção de capital, assim como os que estão nas terceira e quarta posições, os Espírito Santo Rendimento IX – FEI e VII – FEI, com uma rendibilidade efectiva no último ano de 37,9% e 37,5%, respectivamente, e 52,3 e 45,0 milhões de euros sob gestão.

No quinto lugar está mais um fundo da ESAF, o Espírito Santo Obrigações Europa, da categoria de obrigações taxa fixa euro, com um retorno de 35,2% e 43 milhões de euros de volume sob gestão.

Na segunda metade do último ‘top 10’ de 2012 há mais dois fundos de protecção de capital, ambos da gestora da CGD; o Caixagest Super Memory – FEI (rendibilidade no último ano de 31% e valor gerido de 19,6 milhões), na sexta posição, e o Caixagest Global Markets – FEI (27% de retorno e 58,6 milhões sob gestão), que ocupava o último lugar.

No ranking encontram-se ainda dois fundos da categoria de Acções Sectoriais, o Montepio Euro Financial Services, com uma rendibilidade efectiva anual de 30,6% e 4,2 milhões de euros sob gestão, na sexta posição; e na posição seguinte o Millennium Euro Financeiras, com um retorno no último ano de 28,2% e um volume gerido de 26,7 milhões de euros.  No penúltimo lugar do ‘top 10’ está o Espírito Santo Rendimento Plus, com uma rendibilidade de 27% e 43,6 milhões de euros sob gestão, e que pertence à categoria de FEI de Obrigações.

Este ranking elaborado semanalmente pela APFIPP não considera os fundos de poupança acções nem os fundos de poupança reforma, por terem um regime fiscal distinto dos outros FIM nacionais, nem os fundos fechados, os fundos denominados em moeda diferente do euros e os fundos que divulgam o valor das UPs numa periodicidade inferior à semanal.

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