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Fundos de pensões portugueses receberam impacto positivo dos mercados accionistas


Os fundos de pensões portugueses obtiveram em Julho uma rendibilidade mediana estimada de 1,5%. Esta ‘performance’ resultou sobretudo dos resultados positivos registados nas acções. A componente obrigacionista registou uma rendibilidade positiva mas mais baixa.

Segundo Rui Guerra,  partner da Mercer  “durante o mês de Julho os mercados accionistas registaram um impacto positivo. O mercado americano reagiu favoravelmente ao crescimento do PIB e ao aumento da contratação por parte das empresas americanas acima dos valores previstos. O mercado asiático também apresentou resultados positivos, resultado da injecção de fundos por parte do Banco Central da China, com o intuito de atenuar a crise de liquidez e da divulgação de indicadores económicos favoráveis como a redução do desemprego”.

Na Europa os indicadores económicos favoráveis também produziram uma melhoria nas condições económicas. Registou-se uma tentativa, por parte dos bancos centrais, em proporcionar medidas que estimulem a economia. Na Europa registou-se uma queda das taxas de juro em todas as maturidades.”

No que refere às obrigações de dívida privada da Zona Euro com qualidade de crédito AA e maturidade superior a 10 anos, índice de referência para as taxas de desconto dos fundos de pensões, a 'yield' também registou uma melhoria, estando em 2,97% no final do mês de Julho. No final de Junho esta taxa era de 3,02%.

 

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