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Fundos de pensões portugueses descem em maio


Depois de nos primeiros três meses do ano os fundos de pensões nacionais terem apresentando rendibilidades medianas estimadas positivas, os meses seguintes foram marcados a vermelho. De acordo com a consultora Mercer, no mês de maio a queda foi de 0,2% com o “desempenho negativo das obrigações” a marcar a diferença no período. A queda maior aconteceu nas ‘Obrigações de Taxa Fixa’ que registaram um retorno negativo de 1,2%. A entidade considera que  “o mercado obrigacionista obteve uma rendibilidade negativa devido ao aumento das yields na generalidade dos países e qualidades de crédito”.

Já as ações avançaram 1,1% no mês passado. De acordo com o comunicado da consultora, a performance positiva das ações deveu-se a diversos factores. “Na Europa, a valorização do euro e os dados económicos apresentados por algumas economias europeias influenciaram positivamente a performance. A subida do preço do petróleo e a valorização de outras commodities tiveram um impacto positivo no mercado acionista global”, pode ler-se no comunicado oficial.

Rendibilidade de 4,5% em 2015

Já no acumulado dos primeiros cinco meses do presente ano o cenário é bastante diferente. Desde do inicio do ano até ao final do mês passado, a rendibilidade mediana estimada dos fundos de pensões portugueses é de 4,5%. Para este valor em muito contribuem a subida das bolsas, com as ações europeias a avançarem 13,3% e as restantes 5,7%. Na parte da carteira que diz respeito a obrigações a rendibilidade é mais modesta, situando-se nos 0,8%.

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