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Fundos de pensões já somam quase 10 mil milhões de euros nas carteiras das gestoras de patrimónios


Como já lhe referimos, o montante gerido pelas gestoras de patrimónios “acelerou” de outubro para novembro, tendo fechado o décimo primeiro mês do ano no patamar dos 57 mil milhões de euros.

O último relatório divulgado pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Património (APFIPP) com dados deste segmento de negócio em novembro, debruça-se ainda sobre a evolução dos portfólios geridos pelas sociedades gestoras de patrimónios (S.G.P) por tipo de cliente. Nesta análise, conclui-se que a grande fatia do valor gerido pelas S.G.P pertence a investidores residentes, ou seja, mais de 56 mil milhões de euros “tocam” portanto a clientes com domicílio fiscal no nosso país. 

Contributo de clientes residentes aumenta

As seguradoras e os clientes particulares, ambos residentes, foram o tipo de investidor que mais contribuiu em novembro para o investimento nas carteiras das entidades em questão. No caso das seguradoras com domicílio fiscal nacional o avanço foi dos 37,99 mil milhões de euros em finais de outubro, para os 38,52 mil milhões no fecho de novembro.  Já os clientes particulares residentes, segundo os dados da Associação, ultrapassaram a fasquia dos 600 milhões euros de investimento nas carteiras em causa.

Rota ascendente dos fundos de pensões

Ainda que as seguradoras continuem a ter o maior peso de investimento nas carteiras das sociedades gestoras de patrimónios (67%), é de destacar também a rota ascendente seguida pelos fundos de pensões. Compondo 17,3% de preponderância nos portfólios, este tipo de investidor somava no final de novembro um valor já muito próximo dos 10 mil milhões de euros de património (9,98 mil milhões de euros) investido.

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