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Fundos de investimento foram as aplicações que mais cresceram nas carteiras das gestoras de patrimónios em maio


No final do quinto mês do ano, as gestoras de patrimónios geriam mais de 56.533 milhões de euros, um valor mais baixo do que o existente no final do mês de abril, altura em que se situava nos 56.721 milhões de euros, de acordo com os dados revelados pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP).

Entre as várias aplicações presentes na carteira das gestoras de patrimónios, foram os fundos de investimento mobiliários (FIM) aqueles que mais cresceram no quinto mês do ano. No final do mês os FIM totalizavam 4.446 milhões de euros nestes portfólios, mais 4,8% do que no final do mês de abril. Em termos monetários a evolução foi de cerca de 200 milhões de euros.

Em termos percentuais, o maior crescimento aconteceu na rubrica de “outros FIM portugueses” que englobam os fundos que são considerados de “ações, obrigações e monetários”. O crescimento neste segmento foi de praticamente 10%. Já em termos absolutos, a maior evolução foi registada pelo segmento de “fundos de ações internacionais”, com o incremento a superar os 75 milhões de euros.

Dívida pública: a maior fatia da carteira

A dívida pública continua a ser a 'fatia' mais representativo na carteira das gestoras de patrimónios. De acordo com a Associação, a percentagem da carteira que está aplicada nestes títulos é de 38,3%, ou seja, mais de 21.650 milhões de euros. Esta foi a única rubrica onde houve um decréscimo no mês de maio, com a descida a situar-se em cerca de 400 milhões de euros.

Já as obrigações representam mais de 30% da globalidade das carteira, depois de terem crescido 0,8% para 17.022 milhões de euros, enquanto a fatia das ações atingiu 9,3% de peso,  o que se traduziu num investimento de mais de 5.250  milhões de euros.

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