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Fundos aumentam na composição dos fundos de pensões


Segundo o relatório de evolução dos fundos de pensões, realizado pelo Instituto de Seguros de Portugal, grande parte da composição dos fundos de pensões vem dos fundos de investimento. Se juntarmos as classes, então os títulos de dívida continuam a dominar (dívida pública e privada).

O primeiro semestre fechou com 14,36 mil milhões de euros sob gestão, nos fundos de pensões. Desse valor, 27% pertence aos investimentos realizados em fundos e 25% em dívida pública. A diferença do primeiro trimestre para o segundo praticamente não existe, sendo que a maior diferença vem do final do ano passado para a composição da carteira no final de junho.

A composição no final do semestre

No final do primeiro semestre do ano, os títulos de dívida representavam 42% da composição dos fundos de pensões, com a dívida pública a representar 25% e as obrigações das empresas a ficar nos 17%. Em termos homólogos, a dívida pública mantém o mesmo valor, enquanto a dívida privada diminuiu de 18% para 17% da composição. Já as ações subiram um ponto percentual para os 9%. Os fundos de investimento diminuíram um ponto percentual (28% para 27%) em termos homólogos, mas desde do início do ano subiram dois pontos percentuais, verificando-se, assim, uma maior aposta nestes produtos financeiros.

Também os investimento em imóveis diminuíram, no período homólogo, neste caso dois pontos percentuais, passando de 14% para 12%, mas mantem o nível desde do início do ano.

Já os depósitos bancários subiram em relação ao mesmo período do ano passado (de 9% para 10%), no entanto, desde do início do ano a descida vai na ordem dos quatro pontos percentuais, confirmando a tendência de que os depósitos bancários estão pouco atrativos para os investidores.

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