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Fundo de arrendamento social avança com cerca de 800 imóveis


A este projecto do Governo associaram-se sete instituições financeiras – BES, Banif, Banco Popular, Santander Totta, Montepio Geral, BCP e CGD -,  e ainda o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana.
Este fundo fechado, gerido pela Norfin, iniciou a actividade a 30 de Março e tinha, aquando da sua constituição, 13 participantes, “tratando-se de investidores qualificados e não qualificados”, segundo o relatório de gestão. Tinha um capital inicial de 10.74 milhões de euros, representado por 2.147.830 unidades de participação com o valor unitário de cinco euros cada. Na sequência das subscrições seguintes, o capital social passou a ser, a 5 de Junho, de 72 milhões de euros.
Em declarações à Lusa, o secretário de Estado da Segurança Social, Marco António,  referiu que o fundo “terá um valor superior a cem milhões de euros, onde estarão agregados, até daqui a um mês e meio, cerca de mil fogos”. E adiantou que o objectivo é que no espaço de um ano consigam atingir a meta dos dois mil fogos.
Marco António destacou que está é uma "experiência única em Portugal" e que "vai permitir a criação de um mercado intermédio entre aquele que é o mercado livre de arrendamento e o mercado de arrendamento social".
O fundo durará até 31 de Dezembro de 2020 e é renovável por períodos de cinco anos. De acordo com o relatório de gestão, não sendo extinto nessa data, será feita a “conversão em fundo de investimento imobiliário comum”.

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