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Fecho de semestre: fundos de pensões nacionais voltam a cair


Depois de um primeiro trimestre onde o saldo foi francamente positivo, o segundo trimestre tem andado por terreno vermelho. De acordo com os cálculos elaborados pela Mercer, no quinto mês do ano os fundos de pensões nacionais tiveram uma rendibilidade mediana estimada de -2,1%. Desde do início do ano, a rendibilidade é de 2%.

As ações europeias foram as que mais resvalaram, com uma queda de 5% no mês passado, enquanto as ações fora da Europa caíram 2,2%. Já nas obrigações a maior queda aconteceu nas Obrigações de Taxa Fixa Euro, com a descida a ser de 2,2%.

Situação contrária acontece se a análise for semestral. Nos primeiros seis meses do ano os fundos de pensões nacionais apresentam um crescimento de 2%, com a maior valorização a acontecer nas ações (6,1%). As ações europeias foram as que mais cresceram com uma subida de 7,7%.

Segundo Rui Guerra, Partner da Mercer: “os fundos de pensões portugueses obtiveram em Junho uma rendibilidade mediana estimada de -2.1%. Esta performance resultou do desempenho negativo das obrigações e das acções. Os resultados de Junho foram influenciados pela incerteza sobre a situação na Grécia, dados económicos menos positivos sobre a economia americana e chinesa

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