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Dívida soberana aumenta nos fundos de pensões


O relatório do Instituto de Seguros de Portugal, que analisa os riscos do sector segurador e dos fundos de pensões, mostra que no primeiro semestre do ano, houve um aumento da alocação de dívida soberana nacional no total investido em dívida pública, que passou a representar 28,4% da carteira dos fundos de pensões. Ainda assim, pode ler-se no relatório que “esta concentração é consideravelmente inferior no caso dos fundos de pensões, quando comparados com as empresas de seguros. Enquanto neste último grupo os investimentos em dívida pública nacional representam aproximadamente 20% do total de ativos afetos, este valor desce para cerca de 7% nos fundos de pensões“.

Os depósitos continuam a representar a fatia mais pequena na carteira dos fundos de pensões, seguido das obrigações do sector privado. Do outro lado, aparecem as ações e os fundos de investimento mobiliário que detêm a maior posição em carteira.

Aumento dos investimentos dentro do grupo

Houve, também, um aumento da “preponderância dos investimentos em títulos emitidos por entidades pertencentes ao grupo económico em que as entidades gestoras de fundos de pensões se inserem”, como se pode ler na publicação do ISP.

Nesta categoria, os depósitos em instituições de crédito constituem a classe de ativos onde a situação é mais evidente. Cerca de 90% dos depósitos são em instituições de crédito do próprio grupo, o valor que se mantém estável desde de dezembro de 2010.

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