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Dívida pública cresce no fundo dos Certificados de Reforma


O fundo dos Certificados de Reforma, gerido pelo Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social (IGFCSS) fechou o mês de fevereiro com 29.722 mil milhões, acima dos 29.466 mil milhões de euros no final do mês anterior.

Em termos de rendibilidade o fundo apresentava, em fevereiro, ganhos no último ano de 3,24%, que se transformam em 4,25% nos últimos três anos. Já a Unidade de Participação situava-se nos 1,22825 a 10 de fevereiro, valor acima da média tanto a um como a três anos.

Menos ações e liquidez

Na composição da carteira, destaque para a descida da liquidez e de ações. A liquidez representava 5,87% da carteira em fevereiro, contrastando com os 6,09% do mês anterior; enquanto as ações totalizam 15,84% contra os 16,48% do primeiro mês de 2014.

Em sentido contrário seguiu a dívida pública, tanto a nacional como a dos países pertencentes à OCDE. No caso da dívida nacional esta passou para 25,7% quando no mês anterior estava nos 25,35%; a dívida dos países que fazem parte da OCDE representava a fatia maior do fundo com 52,59%.

Ações ganham na rendibilidade

Apesar de representar menos de um sexto da carteira, as ações são o título que maior rendibilidade teve nos últimos doze meses, com 12,98%. A dívida pública não chegou aos 3%, com a nacional a “dar” 2,31% e a dos países da OCDE a valorizar 2,54%.

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