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Crescimento abaixo do previsto


No seu Relatório Trimestral da Inflação, o Banco Central do Brasil apresentou também as suas previsões para o crescimento económico do país. No final do ano, o crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro deverá ser de 2,5%, em vez dos 2,7% que estavam previstos inicialmente.

No semestre anterior, o PIB brasileiro cresceu 1,5%, o que representou uma melhoria face ao que era esperado, sobretudo devido à procura interna, mas também pela externa graças à melhoria da situação internacional. Já o sentimento económico dos empresário baixou, o que poderá mostrar uma desaceleração no terceiro trimestre. De acordo com o Relatório, "a procura interna tende a se apresentar relativamente robusta, especialmente no consumo das famílias, em grande parte pelos efeitos de fatores de estímulo (incentivos do Governo) e também ao crescimento da renda e à expansão moderada do crédito".

Apesar de detectar um abrandamento da atividade econômica, o Banco Central destacou que houve uma aceleração em 2012 e que o "cenário central contempla ritmo de atividade doméstica mais intenso neste e no próximo ano, ou seja, uma trajetória de crescimento, no horizonte relevante para a política monetária, mais alinhada com o crescimento potencial".

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