Commerzbank lança mais doze ETFs em Portugal


São 14 os exchange traded funds do Commerzbank disponíveis para negociação na Euronext Lisbon. Aos dois previamente existentes sobre os índices PSI20 e PSI20 Leverage, foram agora lançados mais 12 ETFs, de acordo com a diretiva UCITS IV,  que têm como subjacentes os índices DAX, Short DAX, CAC 40, CAC 40 Leverage, CAC 40 Short, Dow Jones Ind. Average, S&P 500, Nasdaq 100, Nikkei 225, MSCI World, MSCI Emerging Markets, e DJ Euro Stoxx 50.

Do Commerzbank, entidade presente no segmento de ETPs em Portugal desde o ano 2002, Hélio da Silva Cláudio refere que a “filosofia da Comstage é aplicar no mercado português os ETFs mais próximos e populares dos investidores nacionais”. O Head of Public Distribution International considera ainda que "este novo segmento irá baixar os custos de transação para os que investem em ETFs" e acredita que "o alargamento da oferta poderá aumentar a visibilidade deste tipo de produto no nosso mercado.”

Objetivo: atrair investidores

Miguel Geraldes, diretor de Mercados da Euronext Lisbon, lembrou que o “Commerzbank é um parceiro estratégico há cerca de doze anos sendo o maior emitente em Portugal destes instrumentos financeiros”. Sobre este tipo de produtos, acrescentou que é importante que existam em Portugal, para que os “investidores nacionais possam seguir os exemplos lá de fora, onde os ETFs são muito bem aceites”.  Prosseguiu reforçando que “estes produtos têm vantagens e Portugal não pode ser diferente dos outros países”. Relativamente aos investidores nacionais, o profissional da Euronext Lisbon afirma que “têm um perfil que pode ajudar a potencializar o crescimento deste tipo de produtos”.

Em comunicado, Benjamin Fussien, Head of ETFs and Funds do Grupo Euronext, afirma que com “estes novos produtos aumentamos a vasta oferta de ETFs da Euronext, oferecendo aos investidores possibilidades de investimento adicionais. A presente admissão constitui um exemplo de expansão da oferta de produtos e posicionamento enquanto centro líder de angariação de capital.”

Olhos postos no futuro

“O importante é conseguir crescer a longo prazo”, afirma Hélio da Silva Cláudio. Na perspetiva do especialista da entidade alemã, os resultados têm de ser vistos a longo prazo sendo, por isso, muito “importante colocar produtos competitivos no mercado e conseguir atrair os investidores”.

Sobre o futuro dos ETFs na Europa, está convicto que estes “estão em franca expansão, embora ainda se situem atrás dos Estados Unidos da América. Apesar disso, acredito que nos próximos tempos consiga chegar aos valores do outro lado do atlântico”, conclui.

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