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Cinco áreas de interesse e desenvolvimento no sector da Tecnologia


É quase intuitivo achar que o sector da tecnologia está em constante dinâmica e mutação. No entanto, importa ir ao fundo da questão e perceber o que está a ser efetivamente feito de novo neste campo de investimento. A Franklin Templeton Investments, gestora responsável pelo fundo Franklin Technology, traçou alguns dos principais desenvolvimentos tecnológicos que estão atualmente a dar que falar.

Destacam em primeiro lugar a iluminação LED.  As lâmpadas incandescentes, dizem, não sofreram uma evolução positiva assim tão significativa e a sua eficência energética não vai além dos 5%. “A eficiência das lâmpadas LED (díodo emissor de luz) é muito próxima dos 90%, o que permite um consumo reduzido de potência”, assinala positivamente.

O segundo ponto atrativo deste sector é o Desenvolvimento Wireless e o crescimento das redes móveis. Os números que a gestora fornece são reveladores. “De 2000 a 2013 o uso de dispositivos móveis cresceu quase 800%”, dizem, prevendo que “se prossiga com a implantação contínua de rede de infra-estrutura de internet e rede de comunicações, com a liberalização de um espectro que seja ainda mais sem fios, e uma melhoria na integração do comércio electrónico, bem como um eventual lançamento de uma rede 5G”. A este nível no fundo, por exemplo, investem em empresas como a Avago, a SBA ou a Qualcom.  

Muito porque os ciberataques têm vindo a aumentar drasticamente, a Segurança de rede é outro dos pontos a focar atenções. Nomes como a Palo Alto Networks, a Fortinet e a Cavium “são das empresas que mais têm beneficiado com os gastos a este nível”, porque “a segurança de rede se tornou sem dúvida a prioridade número para os responsáveis pelos sistemas em todo o mundo”.

O comércio electrónico é outro dos pontos a olhar neste contexto. Segundo o Departamento de Censos dos EUA, que regularmente acompanha as vendas de comércio electrónico em comparação com o total de vendas a retalho, este tipo de atividade “tem vindo a aumentar sistematicamente com o tempo”. Os nomes das empresas que mais dão nas vistas a este nível são a Amazon.com, a Google, a Priceline, a Alibaba ou a Baidu.

São cada vez mais as pessoas e as empresas que acedem aos servidores e a programas e dados armazenados fora de um edifício físico. Por isso, o Cloud computing & SAAS empresarial (em inglês, software as a service) é uma expressão também a manter debaixo de olho. “Para as empresas este regime permite-lhes ganhar flexibilidade e reduzir custos”, dizem da Franklin, de onde apontam uma quota de mercado de 14% para esta atividade. A lucrar com a tendência estão empresas de software SAAS como a Salesforce ou a NetSuite.                                                         

O Franklin Technology Fund apresenta na sua carteira investimentos em algumas das empresas atrás mencionadas. O fundo ferido pela reconhecida gestora tira partido precisamente de focos de desenvolvimento como os descritos, e é gerido por JP Scandalios, apoiado por uma equipa de 12 especialistas no sector tecnológico. Investindo em empresas com um estilo growth e caraterizando-se por um processo de investimento bottom up, o produto “procura empresas com fundamentais sólidos e valorizações atrativas”. No final de abril passado o fundo tinha nas suas principais posições títulos como a Amazon-Retailing, a Salesforce – Software & Services e a Google – Software & Services. O produto posiciona-se no primeiro quartil a 1, 5 e 10 anos.

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