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Certificados de Aforro com captações record em junho


Os últimos dados divulgados pelo IGCP (Agência de Gestão de Tesouraria e da Dívida Pública) demonstram que o mês de junho foi benéfico para os Certificados de Aforro, que captaram o valor mais alto desde o ano de 2006.

O boletim mensal referente à dívida pública dado a conhecer pela Agência, mostra que os Certificados de Aforro de maio para junho viram as suas subscrições líquidas crescer 151 milhões de euros (202 milhões de euros em subscrições e 51 milhões em resgates), o que configura um valor record, que já não se verificava desde há 8 anos atrás. A 30 de junho, os certificados de reforma acumulavam um saldo de 10.856 milhões de euros. Realce-se ainda que a taxa de juro bruta para novas subscrições de Certificados de Aforro, Série C, em julho de 2014, foi fixada em 3,186%.

Certificados do Tesouro também a crescer

O mês de junho foi também um mês benéfico para outro dos produtos sob a alçada do Estado: os Certificados do Tesouro. Neste caso as emissões no sexto mês do ano foram de 211 milhões de euros, enquanto as amortizações situaram-se em um milhão de euros. Desde o início do ano o saldo acumulado nestes Certificados é de 3.151 milhões de euros.

Dívida não-transacionável quase nos 30 mil milhões

Com os incrementos verificados em ambos os produtos financeiros, a categoria onde se inserem, a da dívida não transacionável, ganhou novo impulso neste sexto mês, com um saldo acumulado de 20.949 milhões de euros, comparando com os 20.425 milhões do final de maio. 

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