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CA Rendimento: Dois anos sempre a crescer


Mais de 355 milhões de euros em património no final do mês de fevereiro. Assim é a história mais recente do fundo CA Rendimento, o maior produto da CA Gest. Nascido há mais de 20 anos (em junho de 1994), o CA Rendimento tem crescido (e muito…) nos últimos meses. Anteriormente denominado CA Raiz Rendimento, é geridopor Fernando Nascimento, e apresenta uma rendibilidade anualizada nos últimos três anos de 5,47% e de 5,35% nos últimos dois anos. E é neste último prazo que vimos os ativos sob gestão crescerem praticamente de uma forma exponencial. Segundo os dados publicados pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios – APFIPP – este fundo entre fevereiro de 2013 e fevereiro último cresceu quase 4800%, isto é, praticamente 350 milhões de euros, sendo que no final de fevereiro o valor totalizava 356 milhões de euros.

Para a APFIPP, o fundo pertence à categoria de “obrigações taxa indexada euro”, pelo que não é de estranhar que o produto invista no "mínimo 2/3 do seu valor global líquido, directa ou indirectamente em obrigações, nomeadamente em valores mobiliários representativos de dívida de taxa variável, denominados em euros ou em moedas de países integrantes da União Económica e Monetária, podendo, no entanto, investir, acessoriamente e sem regularidade, até 15% do seu valor global líquido em ativos denominados noutras moedas, procedendo sempre à cobertura do risco cambial. O fundo poderá ainda investir em valores mobiliários de taxa fixa com prazo de vencimento residual superior a 12 meses, até ao limite de 30% dos seu valor global líquido. O fundo poderá deter obrigações e outros valores mobiliários representativos de dívida, cuja estrutura integre swaps, caps, floors ou collars, até ao limite de 15% do valor global líquido do fundo”, segundo o que se pode ler no seu prospeto.

De acordo com a Morningstar, as maiores posições em carteira, no final de fevereiro, eram títulos de dívida soberana de países como Portugal e Itália, sendo que a dívida corporativa também estava representada, com cotadas como a Telecom Italia, Telefonica ou Lloyds Bank.

A evolução dos ativos sob gestão e as captações líquidas

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