Brasil: património líquido dos fundos estruturados cresceu 30% em 2013


O mês de janeiro não foi fácil para a indústria de fundos brasileira. O aumento dos juros afectou os retornos das carteiras e o início do tapering  nos EUA e o agravamento da situação económica argentina tiveram repercussões nos produtos.

Apesar de todos estes factores enumerados no último Panorama da ANBIMA, o relatório divulgado pela Associação revela que nem tudo foi mau no fechar do ano. Os dados descritos revelam que os fundos de investimento “estruturados” registaram um crescimento de 30% no seu património líquido (PL) em 2013, somando 274,9 mil milhões de reais no final desse ano.

Mobiliários condicionados

De entre os fundos estruturados o destaque vai para os FIP – fundos de investimento em Participações, cujo PL cresceu 34% no último ano. Com 140,1 mil milhões de reais de património líquido, apenas estes fundos perfazem mais de metade do valor aplicado  em fundos estruturados no país.

Com uma taxa de crescimento semelhante no seu património líquido, os fundos de investimento imobiliário ainda representam a menor parcela dos fundos estruturados. A este respeito, os dados da ANBIMA indicam ainda que o IFIX –índice de fundos de investimento imobiliários da BM&FBovespa (que mede o desempenho de uma carteira composta por cotas de fundos imobiliários listados para negociação naquele ambiente) recuou 13,88% em 2013.

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