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Bolsa portuguesa a valorizar 0,29%


O índice português recuperou da queda de ontem e encerrou hoje a crescer  0,29% para os 6.400,290 euros. No verde ficaram também as restantes congéneres europeias. Madrid valorizou 0,29%, Paris 1,07% e Frankfurt 1,06%.

Na NYSE Euronext Lisboa foram 8 as empresas cotadas a crescerem, enquanto 11 desvalorizaram. A Sonaecom manteve os mesmos valores da sessão passada.

A banca terminou esta sessão com um desempenho misto. A maior desvalorização pertenceu ao Banif que caiu 1,06% para os 0,009 euros, enquanto o BES desvalorizou 0,91% para os 0,970 euros. O BPI encerrou a cair 0,86% para os 1,160 euros.  O BCP, no entanto, conseguiu uma valorização de 3,64% para os 0,151 euros.

Na energia, apenas Galp energia ficou no verde crescendo 2,58%. A EDP caiu 1,06% para os 2,622 euros, enquanto a Renováveis desvalorizou 1,03% para os 3,760 euros. A REN, também no vermelho, recuou 0,67% para os 2,230 euros.

Nas telecomunicações o final de sessão não foi o melhor. A Zon Optimus recuou 0,48% para os 5,395 euros, enquanto a Sonaecom manteve os mesmos resultados. A PT também caiu 0,06% para os 3,210 euros.

As concorrentes retalhistas terminaram hoje com resultados semelhantes: ambas a cair. A Jerónimo Martins caiu 1,68% para os14,060 euros, enquanto a Sonae SGPS recuou 0,67% para os 1,037 euros.

Grandes destaque para a Mota-Engil que conseguiu valorizar 6,17% para os 4,370 euros. 

Para José Barroso, da Gestão de Activos do Banco Popular, "hoje é o dia em que se aguarda por novidades da FED sobre o possível início, já em Dezembro, da retirada do programa de apoio à economia norte-americana (QE3). Os mercados europeus tiveram ao longo da sessão um comportamento positivo, tentando assim de certa forma antecipar a decisão da Reserva Federal, para a qual a maioria dos analistas apostam que não será ainda hoje o início do “tapering”. Quanto às bolsas nos EUA, abriram com o mesmo sentimento vivido no Velho Continente, no entanto, esta situação pode mudar caso surja alguma surpresa por parte da FED, com um movimento mesmo que seja simbólico, numa redução bastante baixa do montante de compras de activos, contrariando assim a expectativa dos analistas.  “

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