BNY Mellon IM regista em Portugal um fundo de ações americanas


O fundo que faz parte da gama BNY Mellon Global Funds, plc, domiciliada em Dublin, aplica uma estratégia que, desde o seu lançamento em dezembro de 2011 tem demonstrado a sua eficácia com uma rendibilidade bruta que se situava no final de maio, em dólares, nos 81,15%, superando o seu índice de referência (S&P 500, com um retorno de 63,42%).

Este novo fundo será gerido pela especialista The Boston Company Asset Management, LLC, uma entidade que faz parte do BNY Mellon e que é especializada na procura de oportunidades no mercado acionista. O objetivo é atingir crescimento do capital no longo prazo através do investimento em ações norte-americanas. O BNY Mellon US Opportunities Equity Fund será gerido por David Daglio, com o suporte de 20 analistas, todos com uma ampla experiência na área de investimento.

O BNY Mellon US Opportunities Equity Fund procura as melhores oportunidades de investimento em empresas cotadas nos EUA de pequena, média e grande capitalização através da análise dos fundamentais de cada título. Por meio de uma investigação exaustiva dos fundamentais, o fundo procura gerar alfa tanto desde a seleção bottom–up como top–down. A carteira será formada por 40 ou 60 ações e procurará gerar um excesso de rentabilidade de 300 a 500 pontos base sobre o benchmark, o S&P 500 Index.

David Daglio, líder da equipa, que gerirá o fundo na The Boston Company assegura que “existem oportunidades de investimento muito boas no mercado americano, mas que a análise e a investigação de cada uma delas é crítica para ter êxito. Do nosso ponto de vista as melhores oportunidades de investimento estão em  empresas que apresentam um desconto face ao seu valor intrínseco e com boas expectativas nos seus fundamentais, ainda não reconhecidas no mercado”.

“As rentabilidades foram positivas no mercado americano em 2013, com o S&P 500 a alcançar um retorno de 32%; De facto, isto constituiu um dos avanços anuais mais fortes nos últimos 17 anos. O ano passado demostrou que os EUA poderiam crescer apesar da redução dos estímulos e enquanto a inflação se mantém controlada. Acreditamos que os três sectores mais interessantes neste momento são: o financeiro, a manufactura e o tecnológico. Consideramos que os “vencedores” depois do tapering serão as empresas bem posicionadas para operar num ambiente de taxas de juro mais elevadas, como por exemplo bancos americanos de média e pequena capitalização”, considera Daglio.

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