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BNY Mellon afasta a direção da entidade no Brasil


A instituição BNY Mellon, que administra fundos sob custódia, classifica como um “processo de revisão interna” o afastamento de Zeca Oliveira,  presidente no Brasil e América latina, Alberto Elias Rocha, diretor-executivo de Serviços Financeiros, e Carlos Pereira, diretor de TI.

Segundo a entidade estas mudanças não vão envolver os clientes do banco e também não terão impacto nas operações. Interinamente o comando das operações vai ser assumido por Michael Kalavritinos, chefe da área de gestão de clientes.

Presença em 36 países

Administrador de fundos com uma carteira de 130 mil milhões de reais em ativos no Brasil, o BNY Mellon foi autorizado pelo Banco Central para operar como banco comercial em novembro de 2012. Desde essa altura o banco tem vindo a adotar estratégias agressivas para conquistar clientes.

O número de funcionários no Brasil já ultrapassa os 500, e a especialidade do banco é a prestação de serviços de backoffice para cerca de dois mil fundos.

Com presença em 36 países, o banco tem 26,2 biliões de dólares de ativos sob custódia, e 1,4 biliões de dólares de ativos sob gestão. Zeca Oliveira agora afastado da presidência, estava no BNY desde 1998, onde tinha entrado com objetivo de iniciar as atividades no Brasil e participar no desenvolvimento de todas as linhas de negócios do país. 

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