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BESI - Gestão de Ativos celebra 13 anos de atividade


Recentemente, o BESI celebrou o seu 13º aniversário na atividade de gestão de ativos. Os resultados acumulados em termos absolutos demonstram que os valores de independência, convicção e gestão de risco desta equipa liderada por Fernando Castro de Solla são indispensáveis para a contínua entrega de valor aos clientes.

Num documento publicado pela entidade, lê-se: "foram 13 anos fascinantes em que os desafios, ameaças e adversidades encontrados foram muitos, apesar de terem igualmente testemunhado a emergência de excelentes oportunidades nos mercados financeiros". Tendo iniciado a atividade de gestão de ativos em 2002, esta equipa superou inúmeras adversidades como bolhas especulativas que impactaram em grande medida as economias e os mercados a nível global, episódios de terrorismo, desastres naturais, epidemias e pandemias, catástrofes nucleares, políticas monetárias expansionistas, dificilmente imaginadas noutro qualquer momento da história, excesso de alavancagem do sistema financeiro (e... eis que tudo colidiu na queda de bancos e na queda do próprio conceito de risk free)

Paralelamente, "testemunharam a emergência de fantásticas oportunidades de investimento como a revolução tecnológica que modificou completamente os hábitos de vida do ser humano nas suas mais diversas dimensões e, também, a globalização da economia e a melhoria em termos de governance nas empresas que lhes permite registar recordes no que toca à geração de lucros". 

Sete elementos de sucesso

A equipa de asset management do BESI, composta em 2002, superou todos estes factos através de uma política de investimento que se pauta pela flexibilidade e olhar atento às oportunidades de mercado, tentando transformar a instabilidade e volatilidade dos mercados em valor acrescentado para os seus clientes, no final do dia.

A gestão flexível - cujo objetivo é a maximização da rendibilidade por unidade de risco incorrido - da equipa constituída por Fernando Castro de Solla, Gonçalo Pestana, Bernardo Mesquita, João Franco, Filipe Catalão, João Calado e Constança Bastos, é aplicada em dois perfis distintos. Um está 100% investido em ações - BESI 100 - e o outro - BESI (0-100) – permite posicionar os portfólios entre um investimento de 0% a 100% em ações. Os dois perfis pretendem obter um Sharpe Ratio mais elevado que o dos índices de mercado com os quais se podem comparar, não se definindo a gestão por seguir um benchmarking único. 

O BESI 100 alcançou um retorno acumulado em termos absolutos, desde o lançamento em 2002, de 374% - o que corresponde a uma rendibilidade anualizada de 13,4%; enquanto o BESI (0-100) obteve um retorno acumulado de 121,9%, ou seja, 6,3% de rendibilidade anualizada no mesmo período.

Quanto à evolução dos ativos sob gestão, a entidade gere atualmente cerca de 275 milhões de euros nas duas estratégias. Do BESI salientam que "tendo em conta que as carteiras investem no mercado de ações e considerando o período turbulento vivido em torno do Grupo Espírito Santo" - ao qual deixarão de pertencer, a curto prazo, depois de no final do ano passado terem sido adquiridos por uma das maiores Securities Firms da China, o Grupo Haitong - "a evolução dos ativos sob gestão demonstra a capacidade de manter relações de confiança com os seus investidores, suportadas na apresentação de resultados consistentes e coerentes ao longo dos tempos". 

Olhar com entusiasmo para o futuro

Fernando Castro Solla referiu: "É com entusiasmo que esta equipa olha para o futuro em conjunto com o grupo financeiro Haitong que tem como uma das suas atividades core a gestão de ativos…" e salientou: "a ambição de crescimento do novo accionista levam-nos a acreditar num futuro pleno de desafios e oportunidades”. 

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