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Ativos geridos pelos fundos de pensões crescem 0,8%


Os benefícios pagos pelos fundos de pensões cresceram ligeiramente no passado mês de setembro, comparando com o mesmo mês de 2012. Um acréscimo de 1,5%, que segundo o último relatório trimestral de evolução dos fundos de pensões do Instituto de Seguros de Portugal se ficou a dever em grande parte aos “fundos de pensões fechados, em particular os que financiam os planos de benefício definido”, cujos benefícios pagos atingiram os 325,5 milhões de euros no final do terceiro trimestre de 2013.

Menos  benefícios pagos nos fundos  abertos

Situação contrária é reportada em relação aos fundos de pensões abertos, onde os  benefícios pagos diminuíram cerca de 54%. Dentro desta categoria, a exceção pertence aos planos de contribuição definida associados a adesões coletivas a fundos abertos. Neste segmento os benefícios pagos passaram de 1,3 milhões de euros em setembro de 2012 para 2,2 milhões em setembro de 2013.

Dentro dos fundos abertos  as maiores quebras nos benefícios pagos registaram-se nos PPR e nos PPA. No primeiro caso, por exemplo, o relatório do Instituto de Seguros de Portugal dá conta uma diferença entre 25,4 milhões de euros em setembro do ano passado, para 5,9 milhões passado um ano. O documento justifica estas quedas com a “diminuição dos resgates ocorridos no período em análise”.

27% de fundos de investimento

Em relação à composição das carteiras dos fundos de pensões, o relatório destaca que nos primeiros nove meses do ano os ativos geridos pelos fundos de pensões cresceram 0,8%, alcançando uma soma de 14,6 mil milhões de euros. Os ativos geridos pelos fundos abertos foram os que mais cresceram de dezembro a setembro deste ano (5,8%), principalmente por causa do acréscimo nos fundos PPA e outros abertos.

Segundo o documento, continuou a verificar-se a tendência de decréscimo do valor dos depósitos bancários nas carteiras destes fundos, observando-se uma redução de 32,7% em relação a dezembro de 2012 e 4,8% em relação ao trimestre anterior. Em setembro de 2013 os títulos de dívida continuavam a ser a categoria mais relevante, com 24% do total da carteira, seguindo-se a exposição fundos de investimento de 27%.

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